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    Fundos de renda fixa: boa opção de investimento
  Se você é um investidor mais conservador, que deseja ganhos maiores que a poupança mas sem correr grandes riscos, esta é a escolha mais acertada para fazer seu dinheiro render. Veja algumas dicas para investir na renda fixa.   Leia mais Leia mais

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  Os primeiros passos
 Aplique em fundos de renda fixa por intermédio de corretoras, bancos comerciais, múltiplos e de investimento.
 Se você for correntista do banco, os depósitos iniciais podem ser feitos pela internet ou pelo telefone. Não é preciso ir à agência, nem assinar um contrato. Isso vale também para os aportes adicionais.
 Para aplicar no fundo de uma corretora ou um banco de investimento, basta uma transferência (DOC ou TED).
 Avalie a quantia mínima para aplicação: pode variar de R$ 30 até acima de R$ 1 milhão.
 Os aportes adicionais não têm mínimo ou têm mínimo mais baixo.
 Não há obrigação de fazer depósitos mensais.
 Se você não tiver conta na instituição, pese o impacto das tarifas bancárias sobre o seu investimento antes de aplicar.

  Quando este investimento é uma boa
 Os fundos de renda fixa são uma boa opção para quem deseja economizar cerca de três anos para uma realização específica (como a compra de um apartamento, a troca do automóvel, uma viagem de férias ou pagar a faculdade dos filhos), fazendo o montante crescer com aplicações adicionais.
 Planejar faz a diferença. Se você destinar a um fundo de renda o mesmo valor de parcela paga ao financiamento de um automóvel de R$ 25 mil, em cinco anos, mais a entrada, obteria o montante necessário para quitar o carro na metade do tempo.
 Escolha bem onde aplicar. Avalie os fundos que oferecem maior rentabilidade, verificando seu histórico e sua composição.

  O cálculo da rentabilidade
 Para este cálculo, faça dois descontos: da taxa de administração e do Imposto de Renda.
 A taxa de administração incide sobre o total do investimento e pode ter um impacto grande sobre o investimento da aplicação. Por isso, fuja das taxas de manutenção muito altas (na faixa de 12% ao ano), uma vez que podem ser encontradas taxas de 0,4% ao ano.
 O imposto de renda desconta 15% do rendimento a cada semestre, em maio e novembro. Quando você resgata o dinheiro do fundo, é avaliado quanto tempo permaneceu com o investimento e assim é cobrada a parcela restante do imposto devido, de acordo com a tabela progressiva até dois anos.
 Algumas instituições cobram ainda uma taxa de performance, caso a rentabilidade exceda o CDI ou a própria taxa básica de juros, a Selic.

  Quando resgatar?
 O rendimento de fundo de renda fixa é diário e não existe prazo mínimo para o saque. Mas é importante ficar atento à cobrança progressiva.
 Se você precisar do dinheiro aplicado para uma emergência, atenção! Embora na maioria das instituições a transferência do dinheiro aconteça no mesmo dia, em outras pode chegar a demorar até três dias.

  Há riscos?
 Os riscos deste tipo de investimento são pequenos, mas existem. Caso haja uma variação brusca da Selic e os gestores não atuarem de forma rápida, pode haver perdas. Por isso, verifique o histórico de rentabilidade do fundo.
 Como investe em títulos do Governo, também há risco de crédito na hora do resgate. Embora raro, se o Governo decreta moratória e decide não pagar a dívida externa, a captação de recursos fica restrita, a credibilidade do Governo cai e ninguém compra títulos públicos.
 O mesmo pode acontecer com títulos de instituições privadas em caso de falência, quando o fundo de renda fixa pode não render o que você esperava.



  Instituições testadas

Banco do Brasil     Banco do Estado de Santa Catarina (Besc)

Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes)     Banco Fator    Banrisul      HSBC    Itaú

Caixa Econômica Federal     Mercantil do Brasil DTVM      Nossa Caixa     Paraná Banco Asset

Santander Banespa     SulAmérica     Unibanco     Votorantim      Western Asset/Citibank    

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