Especial Verão
A PRO TESTE preparou dicas especiais de alimentação, saúde, viagens e compras para você aproveitar ao máximo a estação mais quente do ano.
Para se prevenir dos danos provocadas pelos raios ultravioleta, é necessário evitar ficar ao sol sem proteção. O ideal é usar chapéus, óculos escuros e filtros solares durante qualquer atividade ao ar livre. Na praia ou piscina, leve sempre um guarda-sol.
Se sua pele for muito sensível, use até roupas leves que protejam braços e pernas e prefira as de fibras naturais, que são mais confortáveis e bastante eficientes. Mesmo em dias nublados esses cuidados não deve ser dispensados. Veja só:
Se normalmente precisamos consumir cerca de dois litros de água por dia, no verão precisamos de ainda mais ou corremos o risco de desidratar. Nessa época, não só o calor seca o corpo, mas também as situações únicas da estação: diarréia em crianças ou intoxicações alimentares, em qualquer um.
Uma pessoa com desidratação vai menos ao banheiro tem a urina bastante concentrada, com a cor e odor forte. Também pode sofrer com taquicardia e fraqueza. A pele fica áspera e os olhos fundos. No caso de bebês, percebe-se a desidratação com a fralda seca por mais de três horas. Se a falta de água chegar ao cérebro, uma pessoa pode até entrar em coma ou morrer.
Para evitar a desidratação, beba muito líquido, mas também coma alimentos ricos em água, como frutas e verduras consumidas cruas. Além de ajudarem na hidratação, são boas fontes de nutrientes.
Na hora de escolher o que beber, prefira água e sucos de frutas a bebidas alcoólicas, chás e café. Estas bebidas contribuem para a desidratação. Se não puder evitá-las por completo, beba com moderação. Na prática esportiva, o ideal é que os líquidos sejam consumidos antes, durante e após a atividade. Isso porque a perda de líquidos é intensa e sem água a sensação de fadiga é muito maior.
Para tratar os casos mais leves, basta dar bastante líquido para a pessoa beber e suprir a falta de água no organismo. Caso a situação esteja mais grave, quando a desidratação é de segundo grau, uma boa solução é utilizar o soro caseiro. Veja como fazer:
Num caso ainda mais grave, a pessoa deve ser internada em um hospital, onde ela receberá soro na veia. Procure um médico. Passados cinco dias, se não receber tratamento, a pessoa pode morrer.
Por outro lado, a água em excesso também pode fazer mal à saúde. Pode causar um quadro similar ao de intoxicação alcoólica, quando a pessoa age como se estivesse embriagada. Os cardíacos também devem observar o consumo de líquidos com cuidado, mas apenas se essa indicação for feita explicitamente pelo seu médico.
Durante o verão, é comum a temperatura elevada inibir a fome, ao contrário do inverno, que aumenta o apetite. Este efeito induzido pelo calor pode agir negativamente se ficarmos em jejum. Por isso, prefira consumir alimentos de fácil digestão, como saladas, frutas, legumes, carnes magras, tomando cuidado com os petiscos e sobremesas, geralmente muito calóricos e de difícil digestão.
No verão, quem está em férias costuma levantar-se mais tarde e programar atividades que fazem com que os horários das refeições não sejam seguidos rigorosamente. Para quem é controlado, isso pode até não trazer conseqüências. Mas há pessoas que quando saem do ritmo do dia-a-dia, passam a comer mais e chegam ao final das férias mais 'cheinhas'. É importante estabelecer horários para se alimentar. Vale a pena fracionar a alimentação em pelo menos 4 a 5 refeições, comendo menores quantidades mais vezes ao dia.
É mais saudável levar o lanche de casa, se for para a praia, pois é complicado encontrar alimentos saudáveis à venda na orla. Geralmente as barracas de praias e bares oferecem alimentos gordurosos, com pouco valor nutritivo. São os tradicionais pastéis, porções de peixes, camarão e batatinha, todos fritos em óleo usado por várias vezes, salgadinhos dos mais variados tipos, entre outros.
Leve de casa frutas e legumes variados, higienizados e cortados em pedaços. Use e abuse das frutas da época: mangas, uvas, pêssegos, abacaxi, ameixas e legumes como pepino, tomate, cenoura, salsão, etc. Tanto as frutas como os legumes devem ser mantidos gelados com o auxílio de uma pequena caixinha de isopor ou bolsa térmica.
Na salada evite o uso de maionese, que estraga rapidamente. Prefira os molhos à base de iogurtes naturais. Se não resistir ao milho das barraquinhas de praia, evite a manteiga.
Muitos alimentos apresentam a gordura em uma forma 'escondida' ou camuflada, o que ocorre com os queijos amarelos, amendoins, os salgadinhos de pacote, pastéis, calabresa e salames fatiados, patês, maioneses, chocolates e sorvetes em massa, entre outros.
Uma boa opção é consumir alimentos menos calóricos e mais saudáveis, substituindo o pastel frito pelo assado, o sorvete em massa (contém gordura do leite) pelo picolé de fruta (contém suco de frutas), o chocolate pela barra de cereais, o amendoim pela soja torrada, a maionese por molhos à base de iogurte natural, os queijos amarelos pelos queijos brancos, etc.
No verão, temos que beber bastante líquido. Mas não pode ser qualquer um. Os estabelecimentos que comercializam sucos de frutas para consumo imediato devem mantê-los sob refrigeração, já que são naturais e se deterioram com facilidade. Na embalagem destas bebidas devem constar a data de extração e o prazo de validade.
Ao comprar refrigerantes e cervejas, observe se as garrafas não apresentam vazamentos e se as tampas e lacres não foram violados. As garrafas de vidro exigem armazenamento específico: devem estar em boas condições e de pé para evitar atritos que possam causar estouros e vazamentos. Não devem, também, estar expostas ao sol ou próximas de fonte de calor. Esteja alerta quanto à data de validade e integridade da embalagem quando adquirir bebidas em promoção.
Na compra de água mineral, preste atenção ao local onde a embalagem está colocada. Não leve as que estiverem próximas a lugares aquecidos (chapas, fornos elétricos, etc.), ou expostas ao sol, pois o calor propicia o crescimento de algas que modificam a coloração da água, de amarelo a verde, tornando-a imprópria ao consumo.
Não compre as que estiverem perto de produtos que exalam cheiro forte (junto a produtos de higiene, limpeza, bombas de gasolina etc.). Nesses casos, o plástico absorve odores que podem contaminar a água.
Certifique-se de que não há sujeira ou detritos no interior da embalagem e se o lacre da água não está rompido ou mesmo ausente, apresentando vazamento ou rachaduras.
Não compre água de ambulantes, em semáforos, ruas, parques e pedágios, pois além de estar sob os raios solares, muitas não têm rótulo e lacre, levando a crer que não passaram por análise e inspeção do órgão fiscalizador competente. E, em qualquer lugar, se for tomar água, prefira a mineral com ou sem gás, para evitar indisposições estomacais.
Evite o excesso de álcool
Especialmente no verão, devemos ficar atentos às bebidas alcoólicas que geralmente são consumidas com maior freqüência, como a cerveja e a caipirinha. Além de conter calorias extras, quando ingeridas em grandes quantidades, estas bebidas podem levar à desidratação.
O álcool "retira" a água das células, agindo como um diurético, ou seja, estimulando a formação de urina com conseqüente perda de água pelo organismo. Seja moderado no consumo de bebidas alcoólicas. E, se for dirigir, esqueça-as totalmente.
Durante o verão, com o aumento da temperatura ambiente, é importante um cuidado maior com a hidratação do corpo, uma vez que as perdas de líquidos e de sais minerais pelo organismo são maiores do que em outras estações do ano. Nesse período, há aumento da transpiração para manter a temperatura corporal, levando a perda de água e sais que, se não repostos adequadamente com a alimentação e hidratação, pode levar à desidratação.
A transpiração excessiva, o esforço físico ou vômitos e diarréias provocados pela ingestão de alimentos contaminados ou mal conservados, podem causar um problema muito comum nesta época do ano: a desidratação.
Em condições normais, o organismo de um adulto perde em média 2,5 litros de água por dia na forma de suor, urina e fezes. Por isso, devemos repor essas perdas diárias com muito líquido, na forma de água pura, chás, sucos, leite etc.
A água de coco pode ser uma excelente opção neste período de calor. Com baixo valor calórico (19 calorias cada 100ml), a bebida pode substituir a água, para saciar a sede, e também para repor eletrólitos como sódio e potássio, em casos de desidratação ou durante atividade física intensa.
A água de coco tem uma composição nutricional semelhante ao soro fisiológico, por isso hidrata o organismo de forma rápida, podendo ser utilizada para repor perdas de minerais no caso de vômitos e diarréias. Hipertensos e diabéticos não podem exagerar, pois, em excesso, a água de coco fornece muito sódio e glicose. Para se ter uma idéia, 100ml contém 105mg de sódio.
Isotônicos para hidratar
Verão também combina com prática de esportes, o que faz com que seja necessário hidratar ainda mais o organismo. Entre cinco e sete minutos antes de uma atividade física de no mínimo uma hora, deve-se beber um ou dois copos de água de pelo menos 200 mililitros ou um isotônico.
Durante o exercício, para compensar as perdas com a transpiração, convém beber cerca de 150ml de líquido a cada 15 ou 20 minutos. Não se deve esperar a sensação de sede para consumir um líquido.
Após a atividade, o esportista deve compensar o que foi perdido com água ou suco, por exemplo, mas nunca pode consumir bebidas com cafeína ou álcool para isso, porque que elas têm um efeito desidratante. Se o exercício durar menos de uma hora, não é necessário recorrer a um isotônico - basta beber água.
Para aproveitar um passeio ao ar livre, um dia na praia ou um refrescante mergulho em uma piscina cristalina, é essencial proteger a pele dos efeitos nocivos do sol - desde as queimaduras na pele e o envelhecimento precoce (rugas) até o perigo de desenvolver algum tipo de câncer de pele.
O uso de um bom protetor solar pode evitar a maioria desses danos, pois esses produtos são capazes de absorver ou refletir a radiação solar. Os protetores solares com alto fator de proteção (bloqueadores) são indicados principalmente a pessoas com pele extremamente sensível, que se queima facilmente e quase nunca se bronzeia. Mas mesmo quem não sofre tanto com o sol também pode e deve usar bloqueadores, para evitar problemas futuros.
No mercado brasileiro, o FPS dos protetores solares varia de 8 a 50. Os produtos com fatores mais altos funcionam como bloqueadores, mas acima do FPS 30 (que protege a pele de até 97% dos raios UVB) o aumento da proteção é muito pequeno.
Os filtros solares são produtos com capacidade para absorver ou refletir os raios solares. O fator de proteção solar (FPS) indica a quantidade de tempo que se pode permanecer protegido dos raios solares. Assim, por exemplo, se a pele sem qualquer proteção começa a queimar em 10 minutos de exposição ao sol, com um FPS 10, vai demorar 100 minutos (10 vezes mais tempo).
Porém, qualquer que seja o seu tipo de pele, é recomendável utilizar um produto com FPS de, no mínimo, 15. Se você tiver a pele muito clara, problemas cutâneos ou hipersensibilidade à luz do sol, use os chamados bloqueadores solares, com FPS acima de 25, que absorvem mais a radiação ultravioleta.
No entanto, fique atento porque este termo é enganador, uma vez que nenhum produto solar impede totalmente a passagem dos raios UV - além de não impedir a passagem dos raios infravermelhos, que também provocam queimaduras. E mesmo as pessoas de pele negra devem se proteger, pois a melanina deste tipo de pele corresponde a um FPS 4, o que não evita queimaduras ou risco de câncer.
Até para quem não vai passar o verão na praia as recomendações são as mesmas. Se for passar férias, em regiões altas, não se descuide - a cada 300 metros de altitude, aproximadamente, aumenta em 4% a intensidade da vermelhidão produzida na pele pela luz ultravioleta.
Para viver em paz com os raios solares:
Óculos de sol não é frescura, é prevenção. A exposição aos raios do sol sem proteção pode deixar marcas não só na pele, mas também nos olhos. Mas atenção, usar óculos escuros que não tenham proteção contra raio ultravioleta é pior do que não usar nada para proteger os olhos sob o sol. Os óculos sem o filtro só facilitam a ação dos raios solares. No escuro, as pupilas dilatam, facilitando a entrada de radiação.
Os óculos, quando só escurecem e não protegem, coloca o olho em maior risco. Não deixe seus olhos sofrerem os efeitos nocivos do sol atrás de óculos escuros de má qualidade. Não compre em camelôs.
Muito mais que o cansaço do franzir sem cessar os olhos, se não tomar cuidado, a pessoa pode vir a queimar a córnea e até desenvolver uma inflamação, acelerar o surgimento de uma catarata e, ainda, perder a visão mais rapidamente a partir dos 60 anos.
Já se sabe que o abuso do sol pode ser uma das causas de doenças oculares como a catarata e tumores nas pálpebras e na retina, causadoras de cegueira. Pessoas com intensa exposição ao sol sem proteção têm 60% mais chance de ter catarata.
O sol também pode acelerar as possíveis causas da presbiopia, a vista cansada, que afeta todas as pessoas geralmente a partir dos 40 anos de idade. Moradores de países próximos da linha do Equador, onde há maiores níveis de radiação solar, desenvolvem mais esses problemas.
Saiba que as lentes de contato com filtro não oferecem proteção total. E lentes que clareiam e escurecem de acordo com o ambiente podem perder o efeito.
Para garantir que os óculos tenham a proteção garantida no selo em relação à proteção contra os raios UVA e UVB, e evitar as falsificações, é recomendável recorrer a boas óticas e boas marcas.
O olho humano possui mecanismos de defesa naturais que são inibidos pela escuridão proporcionada pelas lentes. A pupila, que automaticamente se fecharia diante da luminosidade, mantém-se dilatada quando se utiliza lente escura.
Para evitar problemas, desde cedo é preciso proteger os olhos do sol:
No verão as infestações de insetos são mais freqüentes, por isso é preciso tomar alguns cuidados para evitar a proliferação. Para combater depois que já apareceram existem os multiinseticidas. A PRO TESTE testou cinco deles (leia mais no artigo publicado na PRO TESTE nº 53, nov/2006).
O resultado das análises mostrou que os multiinseticidas matam a maioria dos insetos a que se propõem. Porém, não mantêm o mesmo nível de eficiência para todos os bichos. O melhor contra baratas pequenas é um dos piores contra moscas, por exemplo. Por isso, pode ser que você precise adquirir um para cada inseto.
Veja as medidas que você pode tomar, tanto as de uso pessoal quanto de toda a comunidade, para combater a proliferação de insetos típica dessa época do ano.
Em casa
Ao ar livre
Infelizmente verão também é sinônimo de insetos para quem decide aproveitar a estação ao ar livre. É nessa época, por causa do calor e da umidade, que os insetos atacam com mais intensidade. Além do incômodo, do zumbido irritante e das coceiras, os mosquitos são vetores de inúmeras doenças graves. Para se livrar desses bichinhos e dos problemas que eles podem causar, para quem está ao ar livre, a opção é usar os repelentes.
Os repelentes não matam os insetos, mas os afastam ao interferir no seu comportamento. Eles só atuam quando o mosquito se encontra a uma curta distância da pele. No mercado, há muitos produtos destinados a afugentar os insetos, baseados em diferentes princípios ativos. Além do DEET há outras substâncias sintéticas como o 3-etil-aminopropionato (M 3535), o dimetilftalato e o hexanodiol. Alguns extratos naturais de plantas, como a citronela, o limão e o eucalipto, também possuem um efeito repelente.
É preciso aplicar o produto nas áreas expostas da pele - aliás, uma atitude indispensável contra os mosquitos da dengue, já que uma única picada do inseto infectado pode transmitir a doença. Os inseticidas em aerossol e os repelentes elétricos podem ser eficientes, mas só funcionam dentro de casa.
Entre os repelentes mais eficazes estão aqueles que utilizam o DEET como princípio ativo. No entanto, como a concentração desta substância não ultrapassa os 10%, é necessário reaplicar o produto com mais freqüência para obter um resultado satisfatório. Também os produtos que utilizam a citronela como princípio ativo precisam ser reaplicados de duas horas em duas horas. Quem estiver em zonas muito povoadas por mosquitos deve utilizar maior quantidade e reaplicar mais freqüentemente o repelente.
Prevenir ainda é a melhor solução para passar as férias de verão sem problemas e chateações. Por isso, a atenção com os pequenos deve ser redobrada quando tiver água por perto. Eles devem ser sempre avisados sobre os riscos que correm se forem para a água sem cuidados prévios. É papel dos pais e responsáveis pelos menores conversar e orientar sobre os perigos de uma atividade sem segurança.
Praias, piscinas e rios são agradáveis alternativas para mesclar momentos de diversão com o alívio de se refrescar, mas com crianças por perto, é preciso redobrar a atenção para evitar riscos de acidentes e afogamentos.
Nunca entre na água após as refeições. Quando estiver na praia ou pescando num rio, coma somente alimentos leves e beba moderadamente. Dessa maneira, não terá congestão nem perderá o equilíbrio.
Os salva-vidas trabalham para garantir a segurança nas praias e locais de banho; porém, se não contarem com a colaboração de todos, muita gente continuará a morrer afogada. Se você precisar de alguma orientação, procure o salva-vidas. Você poderá localizá-lo pelas bandeiras de identificação.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a principal causa de mortes e seqüelas na faixa etária de zero a quatorze anos são os acidentes não intencionais, como afogamento e sufocamento. Os afogamentos geralmente acontecem em banheiras, tanques, piscinas, poços, bacias e até mesmo em baldes d'água.
Até um ano de idade é fundamental não deixar a criança sozinha no banho, em piscina ou em área de serviço onde há baldes d'água. À medida que a criança cresce, a atenção tem que ser redobrada, pois a atração pela água só aumenta. O afogamento pode acontecer mesmo em pequenas quantidades de água. A mãe nunca deve se afastar ao dar banho, por exemplo.
Se os pequenos sabem nadar, a preocupação é menor. Para as que são menores e não sabem nadar as bóias continuam sendo as melhores amigas na hora da diversão aquática.
Os modelos de bóias disponíveis no mercado são bem variados e devem ser escolhidos conforme a idade da criança. Cada vez mais práticas, os modelos se ajustam ao tamanho e ao peso da criança.
Bóias estilo colete salva-vidas são mais confiáveis porque não saem do corpo com facilidade. Mas, se os pais optarem por usar bóias redondas infláveis, é aconselhável usar aquelas de colocar nos braços também, porque se uma escorregar, a outra protege.
Nesta estação, devido ao calor e umidade, a proliferação de bactérias é maior, o que deve aumentar também os nossos cuidados com os alimentos, para evitar uma intoxicação alimentar. Geralmente os alimentos contaminados enganam o consumidor, pois continuam com boa aparência e sabor. Os sintomas desagradáveis aparecem depois de ingerir alimentos contaminados, em geral por bactérias.
O ambiente pode ser agradável, mas são os detalhes que podem fazer a diferença na hora de assegurar a sua saúde. Ao comer fora de casa verifique as condições dos alimentos expostos ou servidos. Avalie as condições de higiene do local e dos funcionários que atendem.
Nem sempre o restaurante mais caro, que recebe turistas, que tem as melhores práticas de higiene. São comuns a reutilização de óleo em frituras e a economia de energia elétrica em refrigeradores. Por isso, é melhor evitar frituras e alimentos altamente perecíveis como maioneses, leite, derivados, frutos do mar e embutidos, tais como salsicha e presunto. Também tenha cuidado com pratos típicos que você ainda não provou: você pode passar mal e estragar suas férias.
Evite lanches vendidos por ambulantes, em que a higiene e a conservação dos alimentos sejam duvidosas. Evite comer alimentos expostos ao sol, poeira e insetos.
Conserve os alimentos de forma adequada
Em temperaturas elevadas, os alimentos podem se deteriorar mais rapidamente. Por isso, ao comprar frutas, verduras e legumes verifique atentamente o seu estado geral, evitando os que estiverem amassados, batidos e manchados. O armazenamento deve ser feito logo após as compras e sob refrigeração, utilizando as gavetas inferiores para frutas e verduras e a parte superior (congelador ou freezer) para o armazenamento das carnes em geral.
As carnes só devem ser conservadas em outros compartimentos da geladeira se forem consumidas no mesmo dia. Dessa forma, pode-se evitar o crescimento e o desenvolvimento de microorganismos deterioradores. O consumo de alimentos deteriorados ou mal conservados pode levar a intoxicações alimentares.
Opte pelo preparo dos alimentos em casa
Nas praias e mesmo nas piscinas podemos nos deparar com situações de afogamento, por isso, é importante saber como agir em situações como essa. O pronto atendimento pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Quando a pessoa se afoga é provável que a água entre nos pulmões, limitando a entrada de ar. Ainda neste momento, é possível que os músculos da garganta se contraiam involuntária e convulsivamente, ocorrendo o chamado afogamento seco.
Tanto uma situação como a outra podem levar à morte por asfixia. Por isso, a medida mais urgente é introduzir ar nos pulmões da vítima, por meio da respiração boca-a-boca.
Retire o afogado da água o mais depressa possível. Antes de iniciar a respiração artificial, tire a água que o afogado engoliu e que penetrou nas vias respiratórias. Para tanto, coloque o afogado de bruços, erguendo-lhe a cintura a uns 45 centímetros do chão, de maneira tal que a cabeça fique mais baixa que os pulmões e o estômago.
Dependendo das condições locais, um pequeno riacho pode-se tornar uma área perigosa devido ao rápido alagamento em época de verão. Siga algumas dicas para manter os pés secos.