Planos de saúde são burocráticos e caros
Mas a PRO TESTE indica opções com melhor relação custo/benefício. Avalie também sua operadora atual com ferramenta exclusiva.
Cuidados ao contratar
Para contratar um plano de saúde e evitar problemas com a escolha no futuro, você deve ficar atento aos itens abaixo:
Veja se a empresa está registrada na ANS e se há reclamações contra ela nos órgãos de defesa do consumidor.
Verifique o plano lhe agrada, incluindo quesitos como:
Converse com alguém que já seja cliente do plano e conheça suas opiniões.
Fique atento ao preencher a ficha de saúde. Caso você omita doenças preexistentes, a operadora pode rescindir o contrato.
Se a operadora exigir que você faça exames antes de aceitá-lo no plano, é ela quem deve arcar com os custos (a menos que você os realize com um médico de sua escolha).
Guarde o boleto bancário da primeira mensalidade paga. Ela comprova a contratação do plano, caso você precise utilizá-lo antes de receber a carteirinha.
A PRO TESTE realizou uma pesquisa de mercado e de satisfação sobre os planos de saúde e confirmou o que os clientes desses serviços vivenciam: preços caros, condições restritivas, burocracia e relacionamento que deixa a desejar.
No entanto, eles são a saída para quem não quer depender dos serviços públicos de saúde. Por isso, e a pedido de nossos associados, nós testamos os planos individuais e familiares das 11 maiores operadoras do país para apontar os melhores do teste e as escolhas certas.
Confira agora as nossas conclusões. Aproveite também para avaliar seu plano de saúde de acordo com os critérios utilizados pela PRO TESTE e veja se existem opções melhores.
Antiga luta e uma das mais recentes vitórias da PRO TESTE, a portabilidade de planos de saúde finalmente entrou em vigor – ainda que com algumas restrições. Com ela, é possível trocar de operadora sem ter que cumprir uma nova carência.
Com esse novo cenário, perguntamos aos nossos associados quais são as reclamações mais freqüentes e os principais motivos que os fariam trocar de plano. Confira.
Reclamações mais comuns
Preço alto: 17% dos entrevistados reclamaram do preço cobrado pelo plano. O valor médio das mensalidades no Rio de Janeiro é de R$ 272, chegando a R$ 300 em São Paulo. Há, porém, quem pague mais de R$ 400.
Relacionamento com o plano deixa a desejar: este problema é ainda mais frequente em São Paulo e nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que apresentaram as piores notas.
Burocracia atrapalha: a necessidade de autorização da operadora para procedimentos médicos é uma das principais reclamações. Há até casos em que associados tiveram negativa para atendimento de emergência, prática ilegal segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS).
Falta informação sobre a rede credenciada: 21% dos entrevistados alegou insatisfação com o descredenciamento de médicos sem aviso prévio pela operadora. Além disso, há parcela expressiva que nunca recebeu o guia da rede credenciada.
Razões para trocar de plano
A PRO TESTE analisou os contratos de adesão das 19 maiores operadoras do país em três aspectos:
Itens avaliados
- Exclusões - Cobertura para transplantes - Abrangência geográfica - Carência - Burocracia
- Reembolso - Hospedagem - Atendimento domiciliar para urgências - Taxas de co-participação em internações
- Reembolso - Taxas de co-participação - Desconto na compra de remédios
As informações foram levantadas a partir de questionários enviados para as empresas. Escolhemos ainda quatro perfis de consumo comuns: