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A PROTESTE denunciou e o Ministério Público vai investigar fabricante de azeite
O Figueira da Foz foi um dos eliminados no último teste que fizemos. O produto estava fraudado com outros tipos de óleo. 
11 outubro 2017 |
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Após nossa denúncia, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) irá investigar o fabricante do produto Figueira da Foz, um dos azeites eliminados em nosso último teste. Assim como outras quatro marcas (Tradição, Torre de Quintela, Pramesa e Lisboa), o produto foi considerado fraudado, já que estava adicionado de outros óleos de sementes oleaginosas. Além disso, comprovamos que ele não é extravirgem como informa no rótulo. Vale lembrar que denunciamos também os fabricantes dos outros produtos reprovados. 
 
O MP instaurou inquérito para apurar irregularidades na rotulagem do Figueira da Foz, pela mistura de outros óleos ao produto, por não atender aos limites  estabelecidos por lei, por ser um produto impróprio para o consumo, induzir o consumidor ao erro e ofender a harmonia nas relações de consumo. 
 
Naquele teste, também descobrimos que o Figueira da Foz e os demais produtos eliminados por fraude são lampantes. De acordo com o Ministério da Agricultura (Mapa), azeites com essa classificação não devem ser destinados à alimentação humana. Em geral, são indicados para o consumo industrial ou devem sofrer processo de refino antes da comercialização ao consumo humano.  

Veja um resumo do teste mais recente com azeites

 

 

azeites fabricas interditadas 1

 
Análises são feitas em laboratórios internacionais

Para chegarmos a esses resultados, levamos os produtos a laboratórios internacionais credenciados pelo Ministério da Agricultura (Mapa) e pelo Conselho Oleícola Internacional (COI). Logo após a divulgação do último teste, um dos fabricantes tentou nos censurar, impedindo a divulgação dos resultados em nosso site por meio de liminar judicial. Relembre o caso.

Descubra aqui quais são os azeites que indicamos para o consumo 

 
A PROTESTE avalia a qualidade dos azeites desde 2002 e, em todos os testes feitos, sempre denunciamos os problemas e as fraudes encontradas ao Mapa, ao Ministério Público, à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), porque prezamos pela transparência. De lá para cá, graças às nossas denúncias, conseguimos obter melhorias nos produtos. Continuaremos acompanhando a investigação sobre o Figueira da Foz e manteremos você sempre informado.  
 
E atenção: se você comprou um dos produtos reprovados em nosso teste, ligue para o nosso Serviço de Defesa do Consumidor pelos telefones 0800-282-2204 (de telefone fixo) ou (21) 3906-3900 (de celular) ou acesse nosso canal Reclame e faça sua queixa. 

 

 

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