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Fiscalização nos azeites ainda é falha
Segundo nosso teste, apenas oito marcas, entre as 19 testadas, apresentam qualidade de azeite extravirgem.
 
31 outubro 2013 |

Verificamos que quatro marcas de azeite de oliva que se dizem extravirgens não podem nem ser consideradas azeites.

Outros sete não chegam a cometer fraude, mas também não podem ser vendidos como extravirgens. Ou seja, o consumidor escolhe o melhor tipo de azeite e paga mais caro por isso, mas recebe um produto fora das especificações e denominação descritas no rótulo.

Isso é considerado crime de fraude no comércio, e, não é a primeira vez que constatamos fraude nesse tipo de alimento e, novamente, apresentamos os resultados deste teste ao Ministério Público e ao Ministério da Agricultura, exigindo fiscalização mais eficiente. Já testamos azeites outras três vezes.

Em 2002, avaliamos os azeites virgens tradicionais e encontramos fraudes. Em 2007, foi a vez dos extravirgens e também havia fraudes. Em 2009, a fraude foi em uma marca que se dizia extravirgem. 

O fato de o número de produtos com fraude ter crescido, depois de tantos alertas que fizemos, demonstra que os fabricantes ainda não recebem a fiscalização necessária.

Por isso, a PROTESTE alerta ao consumidor: cuidado e atenção na hora da compra! Para não ser enganado e levar para casa um produto que não esteja dentro dos padrões de lei. 

 

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