Veja todas as publicações da PROTESTE em seu celular ou tablet!

PROTESTE pede suspensão de venda de alimentos adulterados
Operação Carne Fraca revelou produtos potencialmente perigosos à saúde
18 março 2017 |

carne

Diante da Operação "Carne Fraca" deflagrada nesta manhã de 17 de março pela Polícia Federal, a PROTESTE, Associação de Defesa do Consumidor, manifesta seu repúdio referente às informações divulgadas quanto a adulteração de produtos alimentícios. A associação pede reparo imediato dos consumidores lesados e a suspensão da venda destes produtos das marcas BRF, JBS e das mais de 40 empresas envolvidas neste escândalo.

Os alimentos adulterados ferem os direitos básicos do consumidor (artigo 6 do Código de Defesa do Consumidor, CDC) quanto às "informações claras, especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço", no artigo sétimo e décimo quanto aos riscos à saúde e segurança, até então omitidos dos milhões de clientes.

carne 2 

O pedido da PROTESTE de suspensão da venda dos alimentos processados e reparo dos danos causados aos consumidores está igualmente baseado no CDC que responsabiliza os fabricantes "pela reparação dos danos causados aos consumidores, por defeitos decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos."

Da mesma forma, exige que as autoridades esclareçam, o mais rápido possível, sobre os riscos à saúde quanto a ingestão destes alimentos e aditivos químicos, encontrados nestes produtos, e que sejam amplamente divulgados pela imprensa e pelos canais de defesa do consumidor.

Gostou deste conteúdo? Cadastre-se agora e receba gratuitamente informações da PROTESTE!

 

Leia também

bf-dicas
mulher sorrindo
lavar-arroz
antena-telefonia

Deixe seu comentário()

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.