Notícia

O café brasileiro ainda merece seu posto

29 junho 2012

29 junho 2012

Avaliamos marcas tradicionais e descobrimos que é possível degustar a bebida pagando pouco.

O café é item indispensável na mesa do brasileiro. Por isso, a Proteste busca estar sempre atenta a qualidade deste produto. Realizamos análises de pós de café em 2003 e 2009, e agora incluímos em nossa seleção também a versão em cápsulas para cafeteiras expressas.

O teste foi feito em duas partes: a análise físico-química, realizada em laboratório, e a “prova da xícara”, que consiste na avaliação sensorial feita por especialistas.

No laboratório, verificamos se durante o processo de fabricação houve adição de outras substâncias além do grão de café, e também se durante o processo de torrefação houve perda dos óleos que garantem o sabor. Avaliamos ainda a qualidade do extrato aquoso, que determina o quão encorpada a bebida deverá ser.

Na avaliação sensorial separamos o café por três classificações, estabelecidas segundo os critérios da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café): superior, gourmet e tradicional.

O tradicional é o café comum, que tomamos em casa. Já o gourmet é feito com grãos raros e exclusivos, que justificam seu preço final. E o superior está entre os dois, possui gosto acentuado, porém é acessível ao consumidor.

A boa notícia é que a maioria das marcas que consumimos em casa foi aprovada em todos os testes. Inclusive, descobrimos que não é preciso pagar caro para provar o melhor café. Marcas tradicionais e fáceis de encontrar nas prateleiras se saíram muito bem em ambas as avaliações, especialmente quanto ao gosto.

Para ver o resultado da pesquisa completa, leia a revista Proteste nº 115. Lá você verá quais produtos com menor visibilidade foram melhor avaliados do que algumas marcas conhecidas. E ainda, qual café expresso fará você economizar R$ 126 por ano.


Imprimir Enviar a um amigo