Notícia

A PROTESTE reivindica diferenciação do arsênio

27 fevereiro 2013

27 fevereiro 2013

Pedimos as autoridades uma discussão sobre a diferenciação das espécies químicas de arsênio pela legislação e o monitoramento da contaminação do pescado nacional.

Sabe-se que a forma inorgânica do arsênio é a mais tóxica ao homem. Porém, a legislação brasileira não faz essa diferenciação. Atualmente, é estipulado um limite máximo para a presença do arsênio, independentemente de sua forma química.

Enviamos os resultados de nosso teste ao Ministério de Agricultura, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, à Coordenação de Vigilância de Saúde de São Paulo e à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.

Solicitamos uma discussão sobre a diferenciação das espécies químicas de arsênio pela legislação e a inclusão dessa análise em laboratórios privados para identificar a presença da forma inorgânica do arsênio. Além disso, é necessário um monitoramento constante da contaminação do pescado nacional em nome da saúde e segurança dos consumidores.


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