Notícia

Entenda o código de barras

15 agosto 2011

15 agosto 2011

Você o vê no produto e acha que serve apenas para informar o preço ao caixa. Mas há muito mais por trás desse código.

Aqueles traços pretos verticais estão presentes em praticamente todos os produtos que compramos, seguidos por uma numeração que, à primeira vista, não faz o menor sentido. Tudo isso compõe o código de barras, um conjunto de normas comerciais existente no Brasil desde 1983 para identificar os produtos, sendo usado por fabricantes e distribuidores por razões comerciais e logísticas. A adesão a esse sistema de normas, contudo, é facultativa.

Mas como é gerado o código de barras? A identificação única do produto é garantida pela atribuição de uma estrutura numérica GTIN (Número Global do Item Comercial) e é a partir deste GTIN que é criado o código de barras. O mais comum apresenta uma série de 13 dígitos (EAN-13) e é composto por barras de diferentes larguras apresentadas sobre uma sequência numérica. Mas existem no mercado outros tipos de codificação com outra apresentação (sequência e números).

Veja o exemplo do código de barras mais comum:

No dia a dia do consumidor, o código de barras torna-se útil apenas por transmitir a informação necessária sobre o produto e seu respectivo preço ao caixa do supermercado. Mas o código também proporciona informações adicionais, como data de validade, números de série e números de lote.

A numeração do código de barras das empresas que utilizam o sistema GS1 apresenta a seguinte estrutura:

Dentro do sistema de normas GS1, a cada país membro é atribuído um prefixo constituído por três números. O prefixo conferido ao Brasil é 789 e, portanto, todos os produtos cuja marca é registrada em nosso país terão o seu código de barras iniciado por esse prefixo.


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