Veja todas as publicações da PROTESTE em seu celular ou tablet!

Saiba como separar gorduras boas das nocivas à saúde
Alguns tipos de gordura são essenciais para o organismo, mas é importante cuidar dos excessos para não ter problemas
03 outubro 2017 |
oleos-essenciais-gorduras

Óleos e gorduras são importantes para o funcionamento do corpo humano. Eles fornecem calorias, funcionam como fonte de ácidos graxos essenciais e auxiliam no transporte de vitaminas para o interior das células. Como não produzimos naturalmente essas substâncias, precisamos ingerir alimentos capazes de suprir essa necessidade. Porém, a solução não está no hambúrguer com batata frita. Por isso, a PROTESTE explica como levar uma vida saudável, separando a gordura boa daquela que faz mal.

Tipos de gordura

O primeiro passo é conhecer os três tipos principais de gorduras: insaturadas, saturadas e trans. A primeira é aquela que deve ser consumida, pois, entre outros benefícios, eleva o colesterol bom (HDL) e evita o aparecimento de doenças cardiovasculares. Já a gordura saturada, encontrada por exemplo em carnes, leites e seus derivados, pode até fazer parte da alimentação, mas em quantidades controladas.

O terceiro grupo é o mais preocupante, já que as gorduras trans, presentes em alimentos como sorvete, biscoito recheado e fast-food, são responsáveis por diversas enfermidades como doenças cardíacas e até diabetes. 

Troque a gordura trans pela insaturada

A PROTESTE recomenda evitar ao máximo a gordura trans, substituindo-a pela insaturada. A dica para ingerir mais gorduras boas é incluir nozes, castanhas e amendoins na alimentação diária. Mas atenção: mesmo sendo saudáveis, esses alimentos devem ser ingeridos com moderação, pois são bem calóricos. O abacate também é rico em gordura insaturada, assim como o azeite. E ambos vão muito bem na salada: a fruta ajuda a incrementar o prato, enquanto o azeite extravirgem pode ser usado para temperá-lo.

Saturada sim, pero no mucho

Também é importante controlar a ingestão de gorduras saturadas. Para isso, reduza a ingestão de leite e iogurtes gordos e dê preferência aos desnatados ou semidesnatados. Além disso, cuidado com o tipo de queijo consumido: ricota e cottage são boas alternativas. No almoço ou no jantar, é recomendável trocar a carne vermelha pelo peixe ou frango (sem pele). Se não for possível, prefira peças magras, como alcatra, coxão mole, patinho ou lagarto.

rotulo-de-produtos-atencao

De olho nos rótulos

Uma dica que nunca sai de moda e ainda protege a sua saúde é prestar muita atenção aos rótulos dos alimentos consumidos. Se o produto tiver gordura hidrogenada, por exemplo, é melhor evitar. 

Ao consultar a tabela nutricional, atenção: aos produtos que possuem até 3% de gordura total em sua composição (3 g de gordura por 100 g de alimento) são considerados pouco gordos. Observe ainda a quantidade de gordura saturada, se o valor for inferior a 1,5% (1,5 g por 100 g de alimento), trata-se de um produto que tem baixo teor desse componente.

Diz que é azeite, mas é tempero. Saiba aqui como não ser enganado ao comprar azeite extravirgem

Saúde na mesa da família

Quando for cozinhar, lembre-se de controlar a quantidade de óleo e aposte nos mais saudáveis, como o de canola ou de girassol. O azeite extravirgem também faz parte dessa lista e, devido aos benefícios que traz ao organismo, deve ser a primeira alternativa para o preparo da comida. A exceção fica por conta dos alimentos que precisam ser aquecidos por longos períodos a temperaturas superiores a 180°C.
Evite frituras, porque o alimento acaba absorvendo parte da gordura utilizada, tornando-o mais calórico, o que contribui para o aumento de peso. Além disso, óleos aquecidos várias vezes em altas temperaturas, ou que passam por oxidação (reação química causada pelo contato com o ar), tendem a formar substâncias tóxicas que fazem mal à saúde.

Utilize bem o óleo

  • Evite fritar aos poucos, aquecendo e esfriando o óleo várias vezes;
  • Não coloque muita comida na panela. O preparo levará mais tempo e os alimentos ficarão mais gordurosos;
  • Se for reutilizar o óleo (o que não é recomendado), faça - no máximo – para três ciclos de fritura;
  • Não misture óleo usado com novo;
  • Não descarte o óleo na pia. O ideal é colocá-lo em sacos plásticos ou em garrafas PET e descartar junto ao lixo orgânico ou ao lixo para reciclagem;
  • Algumas empresas e entidades licenciadas que reutilizam o óleo para a produção de sabão e de biodiesel, consulte as empresas na sua cidade que fazem esse trabalho e colabore para um mundo mais sustentável.

A saúde de todos agrade. 

 

Leia também

azeite-teste-rotulo
rotulo-alimento-transgenico
probioticos-img
granola-teste

Deixe seu comentário()

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.