Notícia

Alarmes antifurto: eles realmente funcionam

03 julho 2012

03 julho 2012

Se você estaciona o seu carro na rua, o uso de alarme é fundamental.

A PROTESTE testou cinco novos modelos e os resultados foram satisfatórios: eles protegem seu automóvel sem colocar o motorista em risco.

Foram feitos teste práticos em cada função antifurto habilitada no veículo, verificando se o comportamento é o mesmo descrito no manual. Avaliamos o alarme simulando situações reais como o furto em local aberto e fechado.

A primeira coisa que você deve observar no alarme é o tamanho do gabinete. Quanto menor, melhor, pois chama menos atenção do ladrão. A instalação deve ser feita por um profissional, mas não jogue fora o manual, ele pode te auxiliar a resolver problemas futuros.

Nem todos os manuais foram bem avaliados e um deles trouxe um erro que pode dificultar o esquema de programação do sensor de presença.

Configuração

Depois de instalado é preciso configurar o alarme. Cada produto vem com um padrão de fábrica, mas você pode querer mudar as funções de proteção.

Alguns apresentaram procedimentos complicados, enquanto outros modelos se saíram melhor podendo ser reconfigurados por controle remoto.

Sensor de presença

Esta é uma função que pode ser programada em todos os produtos e tem o objetivo de acionar o alarme em caso de afastamento do controle remoto do carro. É uma função que o usuário deve ter cuidado, principalmente, pelo fato de que mesmo que sem uma ação direta do usuário o acionamento do alarme acontece. Por isso, segue a mesma linha de raciocínio do ensaio anterior, quanto mais distante melhor. Um dos modelos foi acionado com apenas 8 metros de distância, o que pode colocar o dono do carro em risco.

Disparos acidentais quase nulos

Uma boa notícia é que os disparos acidentais foram quase inexistentes e todos os alarmes testados consomem pouca bateria. Mas no teste de exposição do veículo a altas temperaturas alguns sofreram deformação por aquecimento.


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