Notícia

Brasileiro não abre mão do automóvel

16 setembro 2013

16 setembro 2013

Nossa pesquisa descobriu que, apesar dos custos altos com manutenção e combustível, os consumidores ainda preferem ter um veículo próprio.

Com o crescimento das cidades, é cada vez mais difícil circular sem depender de um carro. Mas, como é a relação dos brasileiros com seus automóveis?

Em nossa pesquisa com motoristas de todo o país, entrevistamos usuários de carros relativamente novos, sendo a maioria com o sistema flex (gasolina + álcool/etanol). E descobrimos, entre outras coisas, que a manutenção é o que mais pesa no bolso dos brasileiros. Os entrevistados revelaram pagar R$ 500 em reparos não causados por pane – se isso acontece, o gasto sobe para R$ 800. Eles também revelaram que os serviços de manutenção e reparos nos últimos meses saíram por R$ 1 mil – e podem chegar a R$ 2 mil, nos carros movidos a gás.

Também ficou claro que o que pesa na escolha de uma oficina (no caso dos usados) é o vínculo de confiança com o local e com o profissional. E que os consumidores vão às autorizadas por obrigação – e para fazer valer a garantia. Pois assim que ela termina, vão aos locais de sua preferência. Em relação à satisfação com as oficinas, o atendimento foi bem apontado pelos consumidores, assim como a qualidade do trabalho e o cumprimento dos orçamentos. Em contrapartida a limpeza do automóvel após o serviço, os conselhos gerais sobre as diferentes opções antes do reparo e o tempo de espera foram apontados como motivos de insatisfação.

Os modelos de montadoras japonesas (em especial, o Toyota Corolla) foram os que mais agradaram aos consumidores que participaram do nosso estudo. Além da recomendação dos usuários, esses veículos são os que apresentaram, segundo os entrevistados, os menores índices de danos. Entretanto, 64% dos brasileiros não são fieis a uma marca. E o tempo de uso de um carro no país é, em média, de dois anos.


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