Notícia

Ergonomia auxilia a dirigibilidade

24 janeiro 2014

24 janeiro 2014

Avaliamos o uso dos acessórios de 14 sedãs médios. E concluímos que cada vez mais os carros vêm mais equipados com recursos para auxiliar na sua segurança – no entanto, eles não podem tirar sua atenção ao dirigir.

Com o aumento das horas de permanência ao volante, é preciso ficar alerta quanto às alternativas presentes na regulagem de itens ergonômicos, como bancos e espelhos retrovisores, para que não distraiam o condutor, nem sejam de difícil manuseio. Para saber as condições de ergonomia e dirigibilidade dos sedãs médios mais vendidos no país, testamos 14 veículos. E concluímos que há modelos para todos os gostos e necessidades, desde que você pague o preço.

Alugamos os veículos e usamos motoristas com estatura de 1,72m e 70 kg, considerados, pelo IBGE, a altura e o peso médios do brasileiro. Levamos em conta o nível de influência dos acessórios na direção. Avaliamos a posição inicial (olhando para a frente), o deslocamento dos olhos e o movimento para acionar ou ajustar o acessório, e o retorno à posição inicial.

O acionamento dos vidros, em 100% dos casos, pôde ser feito diretamente no apoio de braço da porta do motorista, não oferecendo dificuldade. Mas, em três casos, o acionamento não era one touch, fazendo com que o motorista mantivesse por mais tempo uma das mãos fora do volante. Na regulagem do ar condicionado, apenas um veículo facilitou mais a vida dos condutores.

O Mitsubishi Lancer é o único que não possui sensor de chuva. E em relação ao acionamento da seta, é necessário retirar as mãos do volante em todos os veículos.

Ajustar o assento é importante

A altura do assento do motorista em relação ao assoalho pode gerar uma pressão nos joelhos. Por isso, fazer esse ajuste é importante para evitar lesões. E somente o Fusion e o Azera possuem o recurso de memorizar esse ajuste, facilitando a ação do motorista..

As portas de todos os veículos travaram ao atingir uma velocidade entre 15 e 25 km/h. A única exceção foi o Mitsubishi Lancer, cuja ausência do mecanismo exigiu do motorista um deslocamento lateral para o alcance e o travamento das portas traseiras – e o porte físico de quem dirigiu fez toda a diferença.

Confira a tabela abaixo com os carros testados e os resultados: 

Resultados - Ergonomia
Ergonomia Autos

Imprimir Enviar a um amigo