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Dinheiro no exterior: saiba qual é a melhor forma para realizar transações
Conheça os serviços disponíveis atualmente e descubra qual é a alternativa mais barata e adequada para cada situação.
28 julho 2017 |
Dinheiro-exterior
Quem possui parentes no exterior, viaja ou está morando em outro país, é comum ter uma necessidade frequente de enviar ou receber recursos de fora do Brasil. O mercado oferece diversas modalidades para realizar essas transferências, porém, é preciso ter atenção, pois os custos podem variar de acordo com a opção escolhida.
 
Para acertar na escolha, você deve considerar fatores como a periodicidade dos envios, a finalidade, a quantia desejada, a urgência e se a pessoa que envia e a que recebe possuem conta em banco e qual banco. Veja quais são as vantagens e desvantagens das opções mais comuns disponíveis atualmente: 
 
• Cartão de débito: basta desbloquear a função débito e saque no exterior, ter saldo na sua conta do Brasil ou depositar em reais na conta de quem vai sacar. Além do IOF de 6,38% por operação, geralmente é cobrada taxa por saque.
 
• Cartão pré-pago: oferece mais controle, praticidade e, ao contrário do cartão de crédito, protege contra eventuais variações cambiais após a recarga. Todos os cartões que analisamos cobram até US$ 2,7 por saque, além do IOF de 6,38% para recarga.
 
• Cartão de crédito: é desvantajoso, pois além do IOF de 6,38%, utiliza o câmbio no vencimento da fatura e não o do dia em que o cartão foi utilizado. Isso pode deixar suas compras mais caras do que o previsto.
 
• Dinheiro: a única taxa é o IOF de 1,1%. Ideal para viagens de curta duração.
 
• Swift: por meio do código Swift, quem envia e quem recebe precisa ter conta em banco. Essa alternativa custa, em média, de R$ 110 a R$ 750 e se torna mais caro, pois ambos os bancos cobram pela operação. Além dessa tarifa, ainda há a cobrança do IOF de 0,38%.
 
• Western Union: nesta opção, quem recebe não precisa ter conta em banco e pode, em menos de 24 horas, sacar o dinheiro em locais conveniados, como restaurantes, farmácias, lojas, etc. Com IOF de 6,38%, o custo é proporcional ao valor enviado. 

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O dinheiro é a forma mais barata 

Apesar de ser menos seguro em caso de perda ou roubo, o dinheiro ainda é a forma mais barata. Já Western union é a opção menos burocrática. O modelo Swift tem custo elevado e é indicado para quantias maiores. Já o cartão de crédito é a alternativa mais perigosa. O cartão pré-pago, por ser seguro e prático de recarregar, é uma boa opção para quem tem filhos fazendo intercâmbio.

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