Notícia

Caixa volta atrás e aumenta em até 80% o limite para financiamento de imóveis usados

11 março 2016

11 março 2016

A Caixa Econômica Federal aumentou o limite de financiamento dos imóveis usados. Confira aqui as novas regras.

Em abril de 2015 a Caixa econômica Federal havia diminuído o limite máximo de financiamento de imóveis usados de 80% para 50%, para quem utilizasse os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). 


Porém, esse mês, menos de um ano depois do aumento, a Caixa anunciou o aumento desse limite para até 80% de seu valor:

  • 70% para trabalhadores da iniciativa privada;
  • 80% para servidores públicos.


Para a PROTESTE esta mudança pode ser positiva, pois aumenta a possibilidade de financiamento para pessoas sem condições de dar uma entrada de mais de 50% do valor do imóvel.


Confira abaixo as mudanças nas regras


Somente o sistema de amortização constante (SAC) sofreu alteração nos limites de financiamentos, quem optar pela tabela price continuará com o mesmo teto a ser financiado (40%).


Entenda as duas modalidades


SFH: Destinado a imóveis que podem ser financiados com recursos do FGTS. O valor máximo do imóvel é de R$ 650 mil para os mutuários. Já para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, o limite é um pouco maior, R$ 750 mil.


SFI: Destinado a imóveis acima de 750 mil para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e acima de 650 mil para o restante das unidades da Federação.


Fique atento as dicas da PROTESTE para financiar o seu imóvel 


  • Antes de se decidir pela compra do imóvel, avalie todos os custos. Além das taxas de juros, não se esqueça de avaliar o Custo Efetivo Total (CET), pois esta é a melhor forma de saber qual financiamento é o mais vantajoso. Quanto menor o CET, mais baixo será o custo do financiamento. Pois os bancos são obrigados a informar o CET, inclusive nos anúncios. 


  • Financiar um imóvel não é uma decisão simples. Não apenas por se tratar de uma dívida de longo prazo, mas por ser um processo complexo e burocrático.


  • Na hora de fazer as contas, não esqueça que a compra de um imóvel incluem outros custos além do financiamento. Reserve recursos para pagar as certidões (registros) e os impostos. Além disso, será preciso ainda pagar o Imposto de Bens Imóveis (ITBI) ao município onde está a propriedade. Somente depois será possível dar entrada na nova escritura.


  • Se possível, use o saldo do FGTS como entrada, diminuindo o valor financiado. Lembre-se de que quanto maior a entrada, menor será o financiamento. Se puder, poupe por um ano o valor equivalente ao que pagaria no financiamento. É uma boa experiência de poupança, o que pode aumentar  também o valor dado de entrada.


  • Utilize seu FGTS e amortize parte do saldo devedor. Faça o mesmo com qualquer renda extra, como férias e 13º salário. Tente não prolongar a dívida, pois pode não valer a pena.


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