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Consignado: limite de 40% é vetado

26 maio 2015

26 maio 2015

Em mais uma vitória da PROTESTE, medida que aumentava o endividamento dos trabalhadores é vetada pela presidente Dilma Rousseff.

A presidente Dilma Rousseff vetou em 22/05 o aumento do limite de empréstimo consignado, de 30% para 40%, da renda do trabalhador. A PROTESTE havia enviado ofício à presidente pedindo o veto porque a medida estimularia o endividamento, que já se encontra em patamares elevadíssimos no país. 


"Num período em que a economia está praticamente estagnada e há ameaça de aumento do desemprego, iniciativas como esta elevam o risco de crescimento das dívidas das famílias", alerta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

Lei poderia favorecer aumento do endividamento

Ao sancionar a Lei 13.126, decorrente da aprovação da Medida Provisória 661, a presidente argumentou que “sem a introdução de contrapartidas que ampliassem a proteção ao tomador do empréstimo, a medida proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade econômica”.


“A proposta levaria, ainda, à elevação do endividamento e poderia resultar na ampliação da inadimplência, prejudicando as próprias famílias e dificultando o esforço atual de controle da inflação”, segundo publicado no Diário Oficial da União.


Crédito consignado pode limitar renda do trabalhador

O crédito consignado é a modalidade de crédito favorita dos brasileiros pela baixa taxa de juros, pouca burocracia e prazos maiores para pagamento. O crédito é descontado direto do salário ou do benefício da previdência. Somados aos demais descontos em folha, há o risco de o trabalhador receber menos da metade do salário no fim do mês. Por isso, deve ser avaliado com muito critério antes de ser contratado.

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