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Financie seu carro zero sem surpresas

01 outubro 2013

01 outubro 2013

Em caso de parcelamento, nem sempre é vantajoso dar preferência ao veículo somente porque ele apresenta menor preço em relação à concorrência. É preciso pesquisar, ficar atento à taxa de juros e conhecer o Custo Efetivo Total (CET).

O pagamento à vista do carro zero não é uma opção possível para muitos brasileiros. Por isso, é nesse caso que o financiamento surge como alternativa. Porém, uma boa pesquisa é sinônimo de economia.

Estar atento à taxa de juros praticada no contrato é fundamental para parcelar o valor do automóvel, seja nos bancos comerciais ou nos bancos das próprias montadoras. Por outro lado, lembre-se de que essa taxa não reflete todo o custo do financiamento. Para saber qual é o preço real a ser pago, é necessário conhecer o Custo Efetivo Total (CET). Nele estão embutidos, por exemplo, tarifa de cadastro (TC), registro de gravame, IOF e qualquer outra despesa.

Fique atento porque nem sempre é fácil obter informações sobre o CET nas concessionárias. Os vendedores dizem não ter informações sobre esses valores. Entretanto, em toda operação de crédito existe a obrigatoriedade de que o cliente seja informado sobre todos os valores inclusos no financiamento. Faça valer o seu direito.

Além disso, apesar de alguns bancos, comerciais ou de montadoras, oferecerem o financiamento de 100% do veículo, prefira pagar o maior valor de entrada possível, reduzindo o número de parcelas. Você mesmo pode providenciar o licenciamento, o IPVA e o seguro obrigatório, dispensando o serviço de despachante. Basta ir ao Detran e pagar os documentos.

Antes de adquirir um financiamento, tenha ainda em mente que esse é um relacionamento de longo prazo. Não é só a prestação que deve ser colocada na conta, mas o custo com com­bustível, impostos e manutenção do automóvel.

E mais um alerta: não se iluda com promoções de taxa a juros zero. O custo está incluído em algum lugar, embutido nas parcelas. Esse tipo de financiamento é ainda condicionado a uma série de fatores, como exigência de uma entrada superior aos parcelamentos comuns. O número de prestações também é reduzido, chegando, geralmente, a 24 parcelas, no máximo. Além disso, uma taxa zero não significa um CET zero.


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