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2013 pede investidor mais ousado

14 março 2013

14 março 2013

Cenário atual da economia desfavorece aplicações tradicionais e possibilita ganhos maiores em fundos e títulos de médio a alto risco; confira nossas dicas.

Devido à conjuntura atual da economia, impactada pela desvalorização da taxa Selic, em 2013 o investidor (veja aqui como descobrir o seu perfil de investidor) terá que ser mais arrojado para proteger suas economias da inflação e obter uma boa rentabilidade.

Isso significa não colocar todo o capital apenas em aplicações tradicionalmente seguras como poupança, CDB ou fundo DI. E tampouco em ações, cuja lucratividade também têm despencado.

As opções mais atrativas de investimento no momento (confira-as resumidamente, abaixo, e, na íntegra, ao lado) são os fundos de renda fixa, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), os fundos imobiliários e os fundos de ações Small Caps.

Investimentos em fundos de renda fixa devem ser diversificados, com, por exemplo, aplicações em um mais conservador e em outro mais arriscado, como o de Crédito Privado, com possibilidade de maior rentabilidade.

Mais atraente que fundos DI e CDBs, por ser isenta de imposto de renda, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) também é uma boa opção de diversificação da carteira, já que o risco de investimento é baixo. É importante, entretanto, ficar atento à carência prevista na maioria delas.

os retornos dos fundos imobiliários espelham a enorme expansão ocorrida no mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos. Além disso, são isentos de imposto de renda sobre os rendimentos mensais obtidos. Mas é preciso se atentar às perspectivas do imóvel e procurar diversificar em diferentes tipos de empreendimento.

Para o investidor que une arrojo, experiência e frieza, uma boa alternativa são os fundos de ações Small Caps, de empresas menores e com boas perspectivas de crescimento direcionadas ao mercado interno. Há os voltados especialmente para a compra de ações Small Caps que diversificam mais a carteira do que a compra isolada desses papéis, diluindo, assim, o risco.

Embora o panorama atual favoreça as aplicações de médio a alto risco em detrimento das mais conservadoras, devido à desvalorização da taxa Selic, que desde janeiro do ano passado já caiu 4 pontos percentuais, e das ações, com queda de 13% nos últimos 12 meses e 9% desde o início do ano, não é recomendável não ter algum capital investido em poupança, fundos DI, CDB DI ou em títulos públicos. Por serem seguros e oferecerem a possibilidade de resgate a qualquer momento, sem prejuízo da rentabilidade, são ideais para constituir o sempre indispensável fundo de emergência.


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