Notícia

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O Bitcoin é um dinheiro digital que funciona como uma moeda paralela com uma cotação flutuante. Seus detentores podem fazer transações nos estabelecimentos que a aceitem. Além de funcionar como instrumento de troca por produtos e serviços, como qualquer ativo financeiro, ele pode ser alvo de investimento especulativo.
  

Para entender melhor os riscos, primeiro é preciso esclarecer que sua emissão não é feita por um banco central. Dessa forma, a moeda não possui o respaldo de nenhum país, nem é regulada por qualquer órgão oficial.


O Bitcoin é de livre produção. Qualquer indivíduo pode fazê-lo, recorrendo a hardware e software específico de processamento. Devido ao elevado custo de produção, a maioria dos utilizadores tem de usar plataformas de negociação e adquiri-las com dinheiro convencional.


Essas plataformas de negociação, assim como a moeda, também não são reguladas e têm registrado diversos tipos de problemas, como ser alvo de atividades criminosas, falências e golpes de hackers.


Além disso, quando analisamos as possibilidades de investimento da moeda os riscos também são dos mais expressivos. A cotação da moeda varia muito de uma hora para outra. Em 2013 a moeda chegou a valorizar mais de 9000%.


Porém, nada impede uma forte desvalorização já que a falta de lastro e de regulação torna o investimento altamente arriscado.


Além disso, o Bitcoin  não é eficiente como reserva de valor porque não possui valor material ou fiduciário, já que não há uma autoridade monetária. Como meio de troca, a moeda também é falha visto a quantidade reduzida de estabelecimentos que aceitam. Logo, não é eficiente para fazer a troca com mercadorias.


Para os que já detêm Bitcoins, recentemente a Receita anunciou que a moeda deve ser declarada e em alguns casos tributada. O Leão decidiu que a moeda deve ser equiparada a ativos financeiros para fins tributários e por isso devem ser declaradas como outros bens.


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