Notícia

Invista no Tesouro sem medo

04 junho 2007

04 junho 2007

Testamos 23 corretoras que negociam títulos públicos para apontar a que menos "come" seus rendimentos

Você sabia que é possível comprar parcelas da dívida pública brasileira com menos de R$ 200? E que, ao fazer isso, você faria uma boa aplicação financeira? Pois é, o programa do Tesouro Direto, criado há cinco anos, oferece rentabilidade em torno da taxa Selic (a taxa básica de juros, fixada pelo Copom), com custos para os investidores menores que os dos fundos de renda fixa, dependendo da taxa de administração dos fundos. Além disso, basicamente, a única possibilidade de você não resgatar o dinheiro investido nesse programa é a de o país decretar moratória. Ou seja, é um investimento de baixo risco.

Para garantir o máximo de rentabilidade no Tesouro Direto, você precisa levar em consideração as taxas cobradas pelos agentes de custódia. A maioria das empresas cobra apenas uma taxa anual sobre o valor dos títulos, que varia entre 0,23 e 4,00 por cento. Porém, há outras que cobram também uma taxa de corretagem sobre o volume na compra e na venda dos títulos.

Neste teste, a escolha certa não cobra a taxa anual de serviços, mas apenas 0,03% de corretagem sobre o valor negociado.

Veja na Dinheiro & Direitos 8 (jun-jul/07) o teste que realizamos com 23 corretoras e, além de como e por quanto, o momento certo para comprar ou vender os títulos do Tesouro Direto.


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