Notícia

Vender milhas é arriscado

03 junho 2015

03 junho 2015

Existem queixas de perda dos pontos acumulados e não recebimento dos valores comercializados. Há também exposição dos seus dados pessoais.

Os contratos de adesão dos programas de milhagem das companhias aéreas preveem exclusão dos usuários que revendam milhas. Mas isso não impede a proliferação no mercado de empresas que as comercializam.


A PROTESTE alerta que a revenda das milhas é prática ilegal e fere as regras contratuais dos programas de fidelização. O consumidor corre riscos ao repassar os dados de documentos pessoais, conta bancária e senha de acesso ao programa de fidelidade para resgate das milhas.


Quem participa desse esquema está sujeito a cair em um golpe. E depois terá que recorrer a uma delegacia de polícia para registrar Boletim de Ocorrência, correndo o risco de ser expulso do programa de fidelidade pela companhia aérea.


A fraude é mais comum quando a senha para resgate das milhas é pedida antes do depósito do valor vendido. Como a transação pode levar dias, dá margem a golpes.


Empresa fica com suas informações pessoais

Não basta checar a reputação da empresa no mercado. Há casos de consumidores que revenderam várias vezes, mas agora deixaram de receber. E a empresa está de posse de informações importantes, como número do programa de fidelidade, endereço, telefones e referências pessoais.


Os programas de fidelidade permitem emitir passagens em nome de outras pessoas, desde que seja doação. Mas proíbem a transferência ou compartilhamento de milhas. A venda de milhas é um recurso usado por quem está prestes a perder os pontos que estão expirando. Ou para levantar um dinheiro extra com os pontos acumulados.


Gostou deste conteúdo? Cadastre-se agora e receba gratuitamente informações da PROTESTE!


Imprimir Enviar a um amigo