Notícia

Consumo colaborativo, a nova onda da rede

15 maio 2012

15 maio 2012

Avaliamos alguns sites que incentivam a prática. Apesar de algumas dificuldades, conseguimos concluir as operações.

Diminuir o hiperconsumo e o uso de energias renováveis é importante para a preservação do meio ambiente. E muita gente, atenta a essa necessidade, vem praticando o consumo colaborativo, que nada mais é que trocar ou alugar produtos através da internet. Através dele, temos acesso a uma maior gama de produtos, sem que haja necessidade de aumentar a produção dos mesmos.

Em virtude da demanda cada vez maior por sites que facilitam a busca por produtos e por pessoas, testamos alguns endereços que promovem o consumo colaborativo. Os domínios escolhidos foram: Caronetas, Descolaaí (troca e aluguel), Dois camelos (aplicativo para Facebook), Buscalá e Zazcar. Verificamos se realmente existe a possibilidade de troca e como funciona o mercado de redistribuição. Também avaliamos se os envios são feitos de maneira correta, o tempo que o usuário gasta e, ainda, a real economia.

Segurança em primeiro lugar

É importante destacar que os sites não se responsabilizam pelas trocas, pelo estado dos produtos, pela veracidade das informações do cadastro pessoal do usuário, nem pelas ações dos usuários. Mesmo sem conhecer as pessoas com quem trocamos os objetos, não tivemos problemas. Consideramos fácil trocar, já que os produtos podem ser enviados, mas em relação ao aluguel tivemos dificuldades, pois cada região precisa ter uma grande quantidade de produtos cadastrados para atender a demanda.

Todos os sites avaliados dão importância à segurança do usuário, já que estabelecem termos e condições para o uso dos serviços. Também possuem uma lista extensa de produtos proibidos, como armas de fogo, narcóticos, medicamentos, produtos de contrabando, serviços e/ou produtos relacionados a prostituição ou similares, material pornográfico, cigarros, produtos que promovam a violência e a discriminação, locação de CDs que contenham música em formato MP3 (quando a mesma não foi autorizada pelo artista ou gravadora ou infrinja alguma legislação) e pirataria de informática.


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