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Fundos de ações: quatro dicas para quem não tem medo de se arriscar

18 novembro 2015

18 novembro 2015

Se você quer ampliar sua carteira e pode esperar para resgatar seu dinheiro, aposte suas fichas. Mas é preciso ser arrojado e conhecer o mercado antes de investir. Veja as dicas para começar bem.


Sempre ouvimos histórias de investidores que enriqueceram em um curto período, muitas vezes até em dias, graças a rendimentos expressivos. Quando isso acontece, os recursos vêm de um investimento especulativo, de curto prazo, que busca lucro rápido na negociação dos papéis e que, muitas vezes, depende de informações privilegiadas sobre a empresa a se investir. 


Trata-se de um negócio arriscado, para investidores experientes e que tenham bastante tempo para se dedicar a seus investimentos. Muita gente vê no investimento em fundos de ações uma chance para ganhar dinheiro rápido, fácil e sem ter muito trabalho – pois, em tese, são menos arriscados que as ações. 


Só que não é bem assim. Para se aventurar com eles é preciso, no mínimo, ter um conhecimento elevado sobre economia, funcionamento do mercado e fundamentos das empresas, além de experiência para tomar boas decisões. E, mesmo para quem já entende do assunto, não existe garantia de sucesso


O que você precisa saber antes de começar a investir? Quatro detalhes que fazem toda a diferença. Veja quais são eles: 


  • Como começar - Para investir num fundo oferecido por um banco comercial, é necessário ter conta nesse banco, e a aplicação pode ser feita através da agência, da internet ou do telefone. Para investir em fundo um comercializado por um banco de investimentos ou corretora de valores, é necessário fazer um cadastro e depois uma transferência do valor que deseja investir no fundo. 


  • Custos - As taxas de administração são expressas em valores anuais, mas são cobradas proporcionalmente ao tempo em que você permanecer com o dinheiro aplicado. Todos os fundos de ações cobram taxa de administração. Quando a rentabilidade do fundo ultrapassa o valor conferido pelo benchmark definido no período em questão, pode aparecer a taxa de performance. 



  • Tributação - Diferentemente do que ocorre com outros fundos de investimento, o prazo não influencia a alíquota de Imposto de Renda sobre os rendimentos, que será de 15%, e incidirá no resgate. O investidor também está sujeito a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas ele só é cobrado quando os resgates são feitos em um período de permanência inferior a 30 dias, com base em uma tabela regressiva que vai de 96% a 0% sobre o rendimento. 


  • Resgate - Cada fundo tem liberdade para definir as regras relacionadas ao resgate dos valores que o investidor aplicar. Nos fundos de ações que avaliamos em nosso teste, nenhum deles apresentou carência, mas alguns tinham prazos elevados para converter a cota de resgate.

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