Notícia

O impacto da alta do dólar para o consumidor

24 março 2015

24 março 2015

O impacto da alta do dólar pode afetar diretamente a vida do consumidor. Por isso, a PROTESTE preparou algumas orientação como substituir produtos importados e adiar viagens ao exterior.

Para os consumidores o impacto da alta do dólar no dia a dia é o repasse dessa elevação nos preços de produtos e serviços. Por isso, a PROTESTE orienta a substituição de produtos importados ou que possua algum componente importado. Para a Páscoa, por exemplo, a saída será trocar o bacalhau por outro tipo de peixe. 

Porém, não é apenas para quem importa ou pretende importar produtos, que o momento é ruim com a desvalorização do Real. As viagens para o exterior também se tornam proibitivas. 

Para quem não abre mão de viajar para o exterior a saída é comprar a passagens na promoção. As promoções ocorrem geralmente de 25 a 40 dias antes da data da viagem. Nesse período, as companhias aéreas temendo não ocupar até 60% da aeronave, mínimo para não ter prejuízo, costumam oferecer descontos.

O ideal é alterar o roteiro planejado, pois o impacto da cotação do dólar incide sobre passagem aérea, passeios, valores do cartão de crédito etc. é preciso cautela. Para quem ainda não se programou, é melhor adiar a viagem.

Caso esteja com viagem já marcada para o exterior reforce as reservas inicialmente previstas em pelo menos 40% a mais. E, compre dólares para se precaver de eventual desvalorização, enquanto não chega a data de sua viagem. 

Na viagem internacional deve-se evitar o uso de cartão devido ao Imposto de Operação Financeira (IOF) de 6,38% e o risco adicional do cartão de crédito que cobra a cotação referente ao dia do pagamento da fatura. A PROTESTE orienta pesquisar e comprar moeda estrangeira somente em lugares autorizados pelo Banco Central.

Adie a compra de produtos importados. Evite investir em dólar; geralmente, quando o preço de um produto está em alta por um logo período a possibilidade dele cair é grande. Para quem não gosta de correr riscos a saída é reforçar a cautela.

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