Notícia

Quite as dívidas usando o seu 13º

19 novembro 2013

19 novembro 2013

Use o salário para pagar débitos e, se sobrar dinheiro e com seus objetivos sempre à vista, permita-se gastar ou investir o que restou.

O aguardado 13º salário finalmente chegou. Alimentado pelas ofertas de crédito e promoções que não por acaso pipocam nessa época do ano, o seu desejo é de sair às compras. No entanto, embora cada realidade financeira seja distinta, há orientações gerais que ajudam a evitar endividamentos.

O início do ano, por exemplo, traz gastos elevados, como IPTU, IPVA e materiais escolares. Por isso, é essencial planejar-se e priorizar as dívidas, não cedendo às tentações e mantendo o foco nos objetivos de longo prazo.

E, caso você pertença à minoria de brasileiros que tem uma folga financeira, lembre-se de pagar sempre à vista, pois compras parceladas são propícias para a aquisição de novas cobranças.

Confira outras dicas nossas sobre como gastar prudentemente o 13º salário:    

  • Antes de quitar as dívidas com o 13º, tente renegociá-las. Muitos bancos aceitam diminuir os encargos, caso seja impossível pagá-las integralmente.
  • Sobrou dinheiro? Diversifique-o em renda fixa, fundos DI, CDB ou, a longo prazo, em fundos de ação ou previdência privada.
  • Caso a situação tenha saído do controle, é vital mudar de atitude, o que inclui o corte drástico de gastos, começando pelos supérfluos. 
  • Para evitar o endividamento crônico, pessoas ‘no vermelho’ devem dedicar todo ganho extra, inclusive o 13º, para o pagamento total ou parcial das dívidas. Mesmo que o dinheiro não seja suficiente, utilize-o para reduzi-las. Priorize o pagamento daquelas com CET mais alto e use linhas de crédito mais baratas, como crédito consignado, para liquidar os mais caros, como cartão de crédito.
  • Se você não está tecnicamente endividado, mas ‘apertado’ devido a financiamentos, quite-os o quanto antes, evitando os juros. Caso as cobranças não tenham juros e sejam de curto prazo, não adiante as parcelas, pois você não receberá um abatimento sobre seu preço final. Invista o 13º em uma aplicação de curto prazo e siga pagando o financiamento normalmente. Mas, se ele trouxer juros, vale usar o salário extra para antecipar parcelas ou liquidar toda a dívida.      

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