Notícia

Três fogões eliminados em teste

30 outubro 2013

30 outubro 2013

PROTESTE avaliou modelos de cinco bocas e verificou que você pode se queimar nas laterais do produto e que há problemas de vazamento de monóxido de carbono. Saiba qual foi o único produto considerado “muito bom” por nossa análise.

Vazamento de monóxido de carbono e problemas na segurança térmica. Esses foram os principais problemas encontrados pela PROTESTE em avaliação de fogões cinco bocas. Das dez marcas testadas, três foram eliminadas.

O modelo da Consul apresentou problemas na segurança térmica, por ultrapassar o limite que a legislação brasileira permite em temperaturas da lateral. E, nos fogões Esmaltec e Mueller, ocorreu vazamento de monóxido de carbono acima dos limites seguros. Por esses motivos, não prosseguimos com as avaliações desses produtos. 


Não há o perigo de tombar

Mas há boas notícias também. Os sete fogões que continuaram sendo testados se mostraram seguros em todos os itens referentes à segurança mecânica: conexões, manípulos, injetores de gás, dispositivo supervisor da chama, sistema de ignição, estabilidade dos queimadores e propagação e estabilidade da chama. E, como os modelos de cinco bocas são maiores, são mais estáveis. Por isso, não oferecem o risco de tombamento. Já em relação à segurança elétrica, dá para confiar em todos eles.

O problema começou a surgir, contudo, na análise de segurança térmica, na qual checamos se há risco de o usuário se queimar ao encostar acidentalmente nas partes frontal e lateral do fogão, além da tampa de vidro. Para chegar aos resultados, nos baseamos nas normas internacionais.

Diante disso, os produtos que só atendiam à norma brasileira atual foram considerados ruins – e vale lembrar que um deles chegou a ultrapassar essa norma, sendo eliminado do teste. Entre os sete fogões avaliados, somente o modelo da Continental foi considerado muito bom. Todos os outros receberam nota “ruim”.


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