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Fritadeiras: resultados obtidos surpreendem

25 agosto 2014

25 agosto 2014

Mesmo usando pouquíssimo óleo, elas provaram que podem preparar alimentos com qualidade semelhante àqueles feitos no fogão.

Levamos algumas fritadeiras ao laboratório e constatamos que elas são capazes de preparar determinados alimentos com textura e crocância semelhantes àqueles feitos da forma tradicional – no fogão com óleo de cozinha.

Observamos que a qualidade de almôndegas, nuggets, chuletas, sobrecoxas e empanados de frango pôde ser equiparada à desses mesmos alimentos preparados na frigideira. Somente as batatas, tanto as in natura quanto as congeladas, não obtiveram a mesma crocância daquelas fritas em óleo. Contudo, isso não significa que elas tenham ficado murchas ou ruins.

O que difere um modelo do outro, ainda em relação ao desempenho, é o tempo gasto no cozimento e a quantidade de energia consumida. Como a Philips Walita levou menos tempo para preparar a maioria dos alimentos, utilizando, em média geral, menos energia, ela foi avaliada como muito boa. As outras foram tidas como boas ou aceitáveis.

Não há segredos em utilizar as fritadeiras

Todos os produtos foram considerados fáceis de limpar e de usar. Outra boa notícia é que as fritadeiras não são barulhentas.

Levamos ainda em conta o tempo de garantia estipulada pelos fabricantes. Embora estejam de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é pouco o período de três meses concedido pela Philco e Britânia. Já o prazo determinado pela Philips Walita e pela Mondial é de dois anos, o que fez elas se destacarem. Os 12 meses de garantia estabelecidos pela Cadence fez o modelo obter resultado aceitável nesse critério.

Uma dos produtos apresenta risco ao consumidor

Foram seis os modelos colocados na berlinda. Entretanto, um deles, o Arno Actifry, não passou por todos os critérios de avaliação, sendo eliminado no início do estudo. Isso porque ele peca quando o assunto é segurança térmica. Enquanto a temperatura da tampa superior das demais não ultrapassou 60° C, a da Arno Actifry chegou a mais de 100° C, oferecendo risco de queimadura para quem a manuseia. Inclusive, no próprio manual, tal risco é informado pelo fabricante.

 


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