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Levamos as adegas ao laboratório
O resultado é desanimador. Apenas um modelo com compressor se saiu bem em nossas análises, que avaliou segurança, limpeza, funcionalidade do design, usabilidade, ruído, estabilidade da temperatura e outros quesitos.

23 maio 2014 |

Com o aumento do consumo de vinhos pelos brasileiros houve também aumento na oferta de adegas. Por isso, levamos para o laboratório quatro modelos de adegas com compressor. E, infelizmente, apenas uma ficou na linha de bom produto. As adegas foram avaliadas em diversos fatores, como:

Estabilidade da temperatura: Deixamos os quatro modelos em um local com temperatura ambiente controlada de 32ºC e verificamos de quanto foi a variação da temperatura interna de cada um dos modelos no período de 24 horas.

Características: Avaliamos número de prateleiras, garantia, correção de umidade e quantidade de cestos. Para nossa surpresa, nenhum dos modelos testados possui controle de umidade, fazendo com que eles se assemelhem a um refrigerador, que não é o lugar ideal para se guardar vinhos.

Design funcional: Consideramos iluminação, localização do condensador, painel, se possui vidro duplo e qual a cor do vidro utilizado, se há limitador traseiro de parede, quantidade de pés e quantidade de zonas de temperatura.

A adega melhor do teste (veja aqui qual foi) foi a única que apresentou duas zonas diferentes de temperatura, característica chamada de Dual Zone. E um dos modelos testados possui vidro transparente. O que permite a entrada de luz, podendo degenerar a bebida.

 

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