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LG: ser diferente tem um preço

27 fevereiro 2013
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27 fevereiro 2013

Acostumada em produzir milhões de telefones por ano, a marca investe agora em telas grandes, câmera com muitos megapixels e aplicativos para facilitar a navegação.

Ser diferente é o mais difícil, mas também o mais importante, e este é o caminho dos grandes fabricantes de celulares, sempre tentando que as pessoas fiquem com a ideia clara na cabeça do que a marca oferece. Os esforços da LG são notáveis: insistir em ouvir a voz do consumidor, a fim de melhorar os seus produtos, e não apenas para falar sobre o assunto.

Veja algumas novidades que a LG apresentou em Barcelona:

  • Smartphones de alta qualidade (da Série G, com tela de 4,7 polegadas e câmera com 13 megapixels) e com preços razoáveis (Série L II com qualidade média).
  • Também aderiram ao movimento dos phablets com a série Vu, e pretendem tentar a sorte com este combinado de aparelhos, seguindo o caminho da Samsung.

Quando perguntado o que os torna diferentes, os engenheiros da LG responderam com uma tripla resposta: o projeto (aprimorado e transparente), a velocidade de seus aparelhos e especialmente as baterias. Para isso tem uma grande divisão dentro da empresa dedicada para que as baterias durem mais. Seu smartphone G Pro pretende incluir uma segunda bateria para uma substituição no caso em que a primeira acabe.

Além disso, eles têm desenvolvido todos os tipos de aplicativos para facilitar a navegação por meio dos menus e, especialmente, para tirar vantagem da câmera de 13 megapixels do modelo G. É possível tirar várias fotos ótimas, mesmo em condições de pouca luz ou movimento, uma tendência também de outros fabricantes. O resultado do aplicativo é impressionante com a combinação de cliques da câmara dianteira e traseira, de modo que na fotografia final é possível incluir a face de quem estava a disparar a câmara. A questão é se esta função é realmente útil.

Quanto ao seu acordo com o Google para lançar o smartphone Nexus e a decepção de muitos compradores para o estoque limitado, a LG nega que a culpa é sua. Acostumados em produzir milhões de telefones, é possível que os problemas de abastecimento da Nexus não venham da LG, mas sim de outro lugar.


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