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Colchões: como comprar

Dependendo de como é o seu sono e da necessidade de firmeza, alguns tipos podem ser melhores do que outros.  

05 julho 2017 |
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Antes de comprar um novo produto, escolha primeiro o tipo de colchão de sua preferência: de espuma, molas, látex ou de água. Depois, a densidade (no caso de colchões de espuma), que varia conforme o seu peso e altura. Estes são os únicos itens que devem ser observados. 
Não caia nas promessas de colchões terapêuticos, cada vez mais comuns no mercado. Nesta linha, há modelos magnéticos, com infra vermelho e os que oferecem “tratamentos quânticos”. No entanto, não há estudo científico que comprove os seus benefícios. 

 Os colchões com molas de aço, por exemplo, têm elasticidade, firmeza e boa ventilação. Neste aspecto, eles ganham dos de espuma, pois são mais adequados para quem transpira muito ou vive em regiões quentes. Agora, se você tiver alergias ou asma, um colchão de espuma ou látex é a melhor opção. 

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Os sistemas de molas bicônicas e de molas independentes (ensacadas) permitem definir zonas ergonômicas. Já com as molas sem-fim, isso não é possível. Nos modelos de molas ensacadas, não há transmissão de movimento entre molas. Isso os torna muito confortáveis, sobretudo se a pessoa que dorme com você se mexe muito.

Veja abaixo mais características de cada tipo de colchão: 

Espuma – Tem bom isolamento térmico, o que é bom no inverno, mas não tanto no verão. Esse tipo se adapta tanto a estrados de madeira perfurada e de ripas (mais rígidos) como de molas (mais suaves). A elasticidade e a firmeza desse tipo dependem da densidade da espuma e do ar injetado nas suas células, em poliuretano ou poliéster. 

MolasTem melhor ventilação do que os de espuma e os de látex. Por isso, é mais indicado para quem transpira muito ou vive em regiões quentes. É importante lembrar que existe sempre o risco de as molas se partirem ou perderem elasticidade, provocando deformações. Além disso, é inevitável que percam altura com o tempo de uso. 
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Látex - Composto por um núcleo de borracha natural ou sintética, é, geralmente, muito caro. O látex é perfurado para assegurar uma boa ventilação e regular a firmeza. Adapta-se bem ao corpo e têm ventilação razoável. Além disso, adequa-se a estrados de madeira ou de molas, mas é difícil de transportar e quente no verão.

Água e ortopédicos - O primeiro é constituído por um saco de borracha ou PVC cheio de água e, por isso, torna-se pesado e difícil de transportar. O colchão de água se adapta bem ao corpo, porém com os movimentos pode causar algum ruído e dificultar o sono. O verdadeiro colchão ortopédico é constituído por gel ou espuma viscoelástica, material que permite uma ótima distribuição da pressão e evita feridas em doentes acamados. Quanto aos preços, é um tipo muito caro, e mais vantajoso para pessoas acamadas. 
 
É preciso respeitar a curvatura da coluna 
Um bom colchão deve acompanhar a curvatura natural da coluna e suportar todas as zonas do corpo. Quem sofre de dores nas costas deve optar por um colchão com densidade média (nem muito duro, nem muito macio).
 
Já pessoas mais pesadas devem utilizar colchões mais duros, para garantir melhor suporte. Se o colchão for muito macio, há tendência de o corpo afundar, aumentando ainda a sensação de calor devido à má ventilação. 
 
Os modelos com molas de aço são confortáveis e adaptam-se à pressão, tanto por pessoas pesadas como as mais leves. Agora, se houver uma diferença significativa entre o seu peso e o da pessoa que dorme com você, opte por um sistema de duas bases e colchões individuais, que podem ser unidos com um só lençol-capa. Assim, o desnível tende a acontecer com um só colchão e o conforto de ambos se mantém. 

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Após dez anos, é hora de pensar em trocar 
O tempo de vida útil de um colchão é de 8 a 10 anos, mas é possível fazê-lo durar um pouquinho mais. Basta deixá-lo pegar ar diariamente, mesmo durante o inverno, e virá-lo regularmente – de cima para baixo e da cabeceira para os pés, para não criar zonas de deformações.
Se você quiser fazer uma doação e o produto estiver em estado razoável, entregue-o a uma instituição social. Caso não apresente condições para ser aproveitado, pergunte ao fabricante se ele recolhe o usado, caso você queira comprar um novo. 
 
Outra opção ainda é verificar se nas proximidades de sua residência existe alguma cooperativa de coleta de produtos recicláveis e se o colchão faz parte dos resíduos retirados por eles. Se não for o caso, entre em contato com a prefeitura de sua cidade e veja se oferece um serviço de coleta de móveis usados, para retirar o colchão de sua casa. Nunca descarte o colchão em lixo comum ou deixe-o na rua para coleta. As prefeituras podem multá-lo por isso.
 
O que você pode encontrar no mercado
Ao fazermos uma pesquisa on-line no mês de junho, vimos que as marcas e os modelos de colchões mais encontrados em lojas especializadas e hipermercados são estas: 
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