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Maioria dos brasileiros faz consultas na Web

07 outubro 2013

07 outubro 2013

Nossa pesquisa revela que o "Dr. Google" é uma das principais fontes de informação sobre saúde. A web até pode nos ajudar a entender algumas doenças, mas nunca deve substituir a consulta médica.

Nossa pesquisa com 1.812 participantes revela que 83% dos brasileiros se arriscam com a busca on-line de informações sobre saúde. O resultado é preocupante porque a web até pode nos ajudar a entender algumas doenças, mas nunca deve substituir a consulta médica.

Entre os participantes da pesquisa 71% acham que sabem avaliar a qualidade da informação encontrada na Internet. E mais: 29% dos brasileiros disseram que a web é a sua segunda principal fonte sobre o assunto. Perde apenas para os profissionais de saúde, com 39%.

Por trás da facilidade e agilidade da rede, moram os perigos do autodiagnostico e, consequentemente, da automedicação, alerta Ana Cristina Palieraqui, médica da PROTESTE. As pessoas acreditam que conseguem distinguir a boa da má informação como também representa uma segurança do usuário. Só que, na verdade, apenas o profissional de saúde pode dar informações confiáveis. Quando o assunto é saúde, o local mais seguro para se estar não é nas páginas da web, mas no consultório médico.

Além disso, 62% dos respondentes afirmaram que a informação da Internet não bate com o que disseram seus médicos. Prova de que o material encontrado na rede é genérico e que cada caso é um caso, devendo ser cuidadosamente avaliado por um médico. 

Os dados coletados no primeiro trimestre sobre o uso que as pessoas fazem da Internet como fonte de informação sobre saúde também apontam que os brasileiros assumem que comem mal. 

  • 72% dos participantes afirmaram que não se alimentam de maneira saudável. 
  • 62% disseram que estão com sobrepeso, dos quais  25% se consideram obesos. 

A maioria dos participantes também assumiu que mantém hábitos ruins: 

  • 66% afirmaram que não possuem um estilo de vida saudável. 
  • 52% consideram sua saúde emocional instável, alternando altos e baixos.
  • 70% apresentam alguma doença crônica, como pressão alta.
  • 16% disseram sofrer com ansiedade. 

E 39% dos participantes revelam ter conhecimento limitado sobre nutrição. Isso ficou claro quando pedimos para que eles respondessem algumas questões sobre alimentação. Apenas 33% dos respondentes acertaram quantas porções de frutas ou vegetais devem ser ingeridas por dia. E 21% não souberam dizer qual tipo de gordura é prejudicial e deve ser cortada das refeições.

O resultado completo da pesquisa está disponível na revista PROTESTE saúde nº 24, de outubro de 2013.

 


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