Veja todas as publicações da PROTESTE em seu celular ou tablet!

Usuários aprovam academias em pesquisa
Nossa pesquisa mostra que quem malha nesses locais está satisfeito com os serviços oferecidos. Porém, gostaria de receber mais orientações e ter um atendimento mais personalizado. Confira os hábitos e as preferências.
19 agosto 2015 |
 
 
 
Em meio à crescente epidemia de obesidade no Brasil, nossa pesquisa traz uma boa nova ao mostrar que as academias têm a aprovação de quem se exercita nelas. Dos entrevistados, 70% seguem frequentando um estabelecimento desse tipo nos últimos cinco anos e 35% estão matriculados há três anos ou mais.


Melhora no condicionamento físico é principal motivação

O desejo de melhorar o condicionamento físico (86%) e a vontade de ter maior bem-estar (74%) são os principais fatores que motivam essas pessoas a sair da cama mais cedo para levantar pesos ou correr na esteira. Por outro lado, a falta de tempo (36%), falta de motivação (34%) e a falta de atenção personalizada (23%) foram os principais motivos que os levaram a abandonar a academia.

Com relação à frequência vimos que 55%, entre homens e mulheres, vão à academia quatro a cinco vezes por semana e priorizam a musculação sobre os exercícios aeróbicos (55% contra 32%). Em termos de aprovação geral com o local, 53% responderam estar altamente satisfeitos, ao passo que 35%, medianamente. E 56% acreditam se tratar de um serviço de bom custo-benefício.

Programas de treino não consideram particularidades

Constatamos problemas, especialmente os relacionados à falta de orientações e a programas de treino que, embora personalizados (82%), falham ao não levar em conta as particularidades de cada aluno. Por exemplo, 33% dos matriculados não foram perguntados sobre hábitos como tabagismo ou nível de consumo alcoólico, enquanto 31% não foram indagados sobre lesões que poderiam atrapalhar a atividade.

Esses fatores tornam-se ainda mais essenciais visto que 41% dos entrevistados relataram sofrer de alguma doença crônica, como obesidade (12%), colesterol alto e problemas ósseos (ambas com 10%). Esse desinteresse por questões pessoais influi no programa de treino que, embora individual, para 26% dos participantes ignora questões privadas, baseando-se na condição física ou nos objetivos pessoais.

Outra constatação preocupante: 84% afirmaram que a academia não oferece seguros para cobrir lesões ocorridas em seu âmbito. E isso seria útil para os 12% que sofreram luxações e para prevenir lesões nos ombros, que em 22% dos entrevistados causaram dores por mais de uma semana.

 
Alunos querem mais orientações

Os participantes da pesquisa se queixam, ainda, de sentir falta de mais orientações, especialmente sobre exercícios de alongamento (78%) e de resistência cardiorrespiratória (77%). Apesar dessas questões, 97% seguiram seus programas com razoável ou muita disciplina por um a três meses (43%), e 29%, por um ano ou mais. E 87% responderam que o programa foi adaptado, de uma a várias vezes, conforme progrediam, o que é essencial. 
Sobre os equipamentos, o que eles mais valorizam é a facilidade de uso (64%), seguida pela manutenção/limpeza (55%). E, curiosamente, ajudar a tratar a depressão foi o objetivo pessoal cumprido por 66% dos entrevistados, à frente de melhorar a saúde, com 60%. 

 

Malhação, só sem trânsito

Acesso é o fator que mais pesa no treino. Os entrevistados prezam, acima de tudo, um local que seja próximo de suas casas ou de rápido deslocamento, evitando o desânimo que bate com a ideia de ficar preso no trânsito antes de malhar. A atmosfera e a limpeza da academia também receberam notas altas de satisfação. Já a sauna e as áreas de spa obtiveram a menor pontuação.

Gostou deste conteúdo? Cadastre-se agora e receba gratuitamente informações da PROTESTE!

Leia também

água de coco
postos-de-gasolina-rj
IMG-queijominas
plano-de-celular

Deixe seu comentário()

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.