Notícia

Epilepsia não impede uma vida tranquila

08 março 2013

08 março 2013

Conheça um pouco dessa condição neurológica que atinge 2% da população e pode, literalmente, tirar o paciente do ar por alguns instantes.

O funcionamento do nosso cérebro se dá através de impulsos elétricos entre os neurônios. No entanto, o portador de epilepsia sofre perturbações elétricas na forma de “curtos-circuitos”, que podem gerar crises e se manifestar de formas distintas. O resultado pode ser uma crise que tira o paciente do ar por alguns segundos, e pode provocar diversos transtornos, principalmente se as crises iniciam na infância.

Na 17ª edição da revista Proteste Saúde, mostramos as causas dessa condição neurológica, que ao contrário do que muita gente pensa, não é uma doença mental, e também não é contagiosa. Também mostramos todos os cuidados que você precisa ter ao socorrer um paciente durante uma crise (veja mais abaixo), as medidas preventivas que ajudam você a levar uma vida normal caso sofra com o problema e, ainda, a importância do diagnóstico precoce e do tratamento correto com um especialista de sua confiança.

Não existe um padrão para o problema

A epilepsia pode produzir manifestações motoras, sensitivas, sensoriais, psíquicas ou neurovegetativas e acometer pessoas de qualquer idade, raça ou condição social. A infância é, geralmente, a época em que o problema surge, e isso pode prejudicar bastante o portador, já que essa é a fase crucial para o desenvolvimento do sistema nervoso e psicológico do indivíduo. Em alguns casos, o problema pode diminuir as capacidades cognitivas e as faculdades de aprendizagem. Na maioria das vezes o problema desaparece na adolescência, mas em algumas situações pode persistir e acompanhar o indivíduo até a fase adulta – e geralmente são usados medicamentos que reduzem a frequência das crises e melhoram a qualidade de vida do paciente.

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Como socorrer uma vítima de epilepsia durante a crise

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