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Os mitos e as verdades sobre a asma

03 junho 2013

03 junho 2013

Veja algumas respostas para as perguntas mais comuns sobre esta doença que só no Brasil atinge 20 milhões de pessoas.

A asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões) provocado por contrações, que dificulta a passagem do ar. E pode levar a diversos sintomas, como falta de ar e sensação de peito apertado.

Existem muitos mitos – e também verdades – a respeito dessa doença, que só no Brasil afeta a saúde de 20 milhões de pessoas. Conheça as respostas para as dúvidas mais comuns:

Certas raças de cães são melhores para pessoas com asma.
O que causa alergia são as proteínas encontradas na saliva, urina e descamações da pele, e não os pelos. Portanto, não existe uma raça que seja melhor para asmáticos.

Quem tem asma não pode tomar sorvete.
Pessoas que têm asma podem consumir gelados normalmente.

Mudar para o interior pode curar a asma ou alergias.
As cidades do interior podem melhorar os sintomas de asma temporariamente, já que os principais "vilões" da alergia — os ácaros — são mais comuns nas cidades do litoral; porém, novas alergias — à plantas locais, pólens ou mofo — podem se desenvolver.

Medicações alternativas ou simpatias são efetivas no tratamento da asma.
Estes tratamentos jamais devem substituir as medicações tradicionais. E como a asma é resultante de uma resposta do sistema imunológico, procure especialistas em Alergia e Imunologia Clínica.

As “bombinhas” viciam e fazem mal ao coração.
Não. Quando a doença não está bem controlada, é comum usar a medicação mais vezes para aliviar a falta de ar, dando a falsa sensação de vício. A sensação de taquicardia, por sua vez, acontece quando o remédio é usado incorretamente ou na dose errada.

Corticoide inalado é perigoso e faz mal.
Não. E podem ser usados em doses muito pequenas, inclusive por crianças, gestantes e diabéticos.

A asma desapareceu. Então, estou curado.
A asma pode entrar em remissão em qualquer idade. Mas, na realidade, a doença continuará existindo, mesmo sem a manifestação de crises.


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