Notícia

PROTESTE pede exames rápidos e gratuitos contra dengue

12 maio 2015

12 maio 2015

PROTESTE pede a ANS exames rápidos e gratuitos contra dengue pois um diagnóstico rápido pode salvar vidas, principalmente de idosos e pessoas com algum tipo de doença.

Diante dos riscos para a saúde da população com a disseminação da epidemia de dengue no País, a PROTESTE enviou ofício à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para que determine que os planos de saúde passem a realizar sem custos o exame rápido que permite diagnosticar a doença

As operadoras não cobrem o exame Antígeno NS1, porque não faz parte do rol de procedimentos obrigatórios determinado pela ANS. 


Mas a PROTESTE avalia que cabe a ANS, diante dos riscos, agir rapidamente e baixar medida para que as operadoras de planos de saúde passem a cobrir também esse exame mais sofisticado, mesmo que ele não esteja na listagem mínima obrigatória de procedimentos que os planos de saúde são obrigados a oferecer.


O avanço da dengue já faz com que o país ultrapassasse até mesmo os índices de uma epidemia, segundo dados do Ministério da Saúde, com 745.957 casos notificados até 18 de abril. E numa situação como essa, tudo que possa agilizar o diagnóstico é importante. 


O país atingiu 367,8 casos por 100 mil habitantes, patamar acima do considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para caracterizar epidemia.


Houve aumento no número de mortes, com 220 confirmadas no país em decorrência da dengue, e a PROTESTE avalia como imprescindível não se ter de esperar mais de seis dias até que o resultado saia pelo exame tradicional de sorologia para pesquisa de anticorpos (IgG e IgM). 


Ter um diagnóstico rápido ajuda a salvar vidas, principalmente de idosos e pessoas com algum tipo de doença preexistente, que são os mais suscetíveis à dengue, conforme demonstram os dados do Ministério da Saúde.


Para evitar que pessoas de baixa renda tenham de fazer exames com diagnóstico mais lento porque não têm dinheiro para pagar o mais rápido, a PROTESTE sugere que o Ministério da Saúde e a ANS façam acordo com as empresas privadas de saúde para que o exame não tenha ônus para o consumidor.


No caso das operadoras, o valor poderia ser abatido do ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), que ocorre quando um beneficiário do plano é atendido pela rede pública


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