Notícia

Zika vírus e chikungunya: sintomas, tratamento e prevenção

18 janeiro 2017
aedes_zika-chikungunya

18 janeiro 2017
Além da ameaça de dengue, o mosquito Aedes aegypti também assusta a população ao transmitir essas duas doenças. Conheça os sintomas e saiba como preveni-las.
Os vírus da dengue, zika e chikungunya são transmitidos pelo Aedes aegypti e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa, já que, em sua versão hemorrágica, pode levar à morte. Atualmente, contudo, as pessoas andam mais preocupadas com a zika e chikungunya, já que as ocorrências não param de crescer. Entenda a diferença entre as duas doenças e proteja-se!

Sintomas de cada doença


A
zika tem uma evolução benigna e demora cerca de quatro dias entre a infecção e a manifestação dos primeiros sintomas. Os sinais da doença são febre baixa, olhos vermelhos sem secreção e sem coceira, dores nas articulações, pontos brancos ou vermelhos na pele, dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas. Esse quadro dura, em geral, de dois a sete dias e não deixa sequelas. Não há registros de morte provocada pela doença.

Já a chikungunya tem como sintomas febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. O seu diferencial em relação à dengue e à zika está, justamente, nas fortes dores nas articulações (nas outras duas doenças, ocorrem de forma mais branda). Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.


O tratamento é bem parecido

No caso da zika, o tratamento é de acordo com os sintomas e baseado no uso de paracetamol para febre e dor, sob orientação médica. Em relação à chikungunya, além do uso de medicação para a febre (paracetamol), entram em cena os anti-inflamatórios, para controlar as dores articulares. Em ambos os casos, não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS), devido ao risco de hemorragia. E é preciso fazer repouso absoluto e beber líquidos em abundância.
Ainda não existe vacina para afastar as chances de se ter zika e chikungunya. Então, a única forma de prevenção é combater os focos do Aedes aegypti.


Formas de prevenir as doenças 

O meio mais eficaz de prevenir novos casos de zika e chikungunya é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Veja a seguir como fazer isso, além de outras medidas eficazes:

• Evite deixar água parada em locais propícios para a multiplicação dos mosquitos, como latas, copos plásticos, pneus, vasos de plantas, garrafas ou caixa d’água. 
• Não deixe que a água da chuva se acumule nestes locais. 
• Lixos devem ficar bem tampados.
• O uso de repelente é uma ótima forma de afastar as picadas.
• Instalar redes de proteção nas portas e janelas da sua casa também pode evitar a presença do mosquito transmissor. 


Gostou deste conteúdo? Cadastre-se agora e receba gratuitamente informações da PROTESTE!


Imprimir Enviar a um amigo