Notícia

Futuros desafios dos consumidores em pauta

16 maio 2011

16 maio 2011

19º Congresso da Consumers International debateu direitos dos consumidores e como os consumidores lidarão com os obstáculos emergentes.

O 19º Congresso Mundial da Consumers International, entidade da qual a PROTESTE faz parte, aconteceu entre os dias 3 e 6 de maio em Hong Kong, na China.

O evento, que reuniu 700 delegados de mais de 60 países, teve como um de seus objetivos discutir as novas maneiras com que os consumidores, cada vez mais capacitados e cientes de seus direitos, enfrentarão – e ajudarão a sociedade a enfrentar - os desafios globais oriundos do Século XXI.

Foram discutidos assuntos como responsabilidade corporativa, o papel dos consumidores no mundo digital e previsões sobre os direitos dos consumidores no futuro, além de consumo sustentável, economia ‘verde’ e segurança dos alimentos.

Para ministra da economia francesa, consumidores foram ‘vítimas’ da crise global.

A ministra da Economia da França, Christine Lagarde, enviou uma mensagem por vídeo afirmando que “é minha crença pessoal que, durante a crise financeira, nós não gastamos muito tempo nem esforços voltados aos consumidores. Os consumidores foram as vítimas em várias ocasiões e causas”.

Entre os palestrantes, de organizações de direitos dos consumidores e instituições como o Banco Mundial, a Comissão Europeia, o Instituto Akatu e a Organização Mundial da Saúde, figuraram nomes como Connie Hedegaard, chefe da Comissão para Ações Climáticas da União Europeia,e Jim Guest, presidente da União dos Consumidores dos Estados Unidos e recém-eleito o novo presidente da Consumers International.

“Não aceite ‘não’ como resposta”, diz novo presidente da CI.

Em seu primeiro pronunciamento como presidente da entidade, Guest afirmou que o movimento internacional dos consumidores “não deve aceitar ‘não’ como resposta”.

“A Consumers International atuará a longo prazo em campanhas em prol dos consumidores e precisa ser o tipo de organização que não aceite não como resposta”, disse.

Para Guest, o poder econômico mundial favorece as corporações, em detrimento dos consumidores, e cabe à Consumers International lutar para reverter esse panorama.


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