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PROTESTE enviou ofício ao Governo do Estado de São Paulo, à Prefeitura de São Paulo, SPTrans e Secretaria Estadual de Transportes, cobrando ações para solucionar o problema da falta de postos de recarga do Bilhete Único nas estações de metrô e terminais de ônibus em São Paulo.  

Usuários não podem ser prejudicados

No ofício, a Associação também pede que seja disponibilizado, imediatamente, informativos com indicação dos pontos oficiais de recarga mais próximos em todas as estações e terminais afetados. 
 
"O consumidor não pode arcar com os prejuízos causados pela interrupção do serviço e é dever da prefeitura e do governo solucionar o problema o quanto antes, já que grande parte da população utiliza o metrô ou ônibus como meio de transporte", avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE. 

No documento, a Associação destaca que os usuários não foram notificados previamente sobre o fim das atividades da rede Ponto Certo, empresa responsável pelo sistema de recargas do Bilhete Único na cidade;
 
Também não foram implementadas alternativas para minimizar os transtornos, desrespeitando o direito à informação e a eficaz prestação dos serviços públicos, previsto no artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor.

 
 
Dificuldade para comprar bilhete

Com a redução das cabines de recarga, os usuários são obrigados a enfrentar longas filas nos guichês das estações e terminais. As máquinas de autoatendimento, que também foram reduzidas, em muitos casos encontram-se danificadas.

As falta de alternativas força o usuário a comprar o bilhete físico do metrô ou a pagar a tarifa de ônibus em dinheiro, perdendo o benefício da integração. Ou a procurar postos de recarga fora das estações e terminais. 



Os serviços de recarga do Bilhete Único foram suspensos pela rede Ponto Certo desde julho do ano passado. Inicialmente, a empresa retirou as cabines com funcionáriose em dezembro, retirou também as máquinas de recarga automática das estações do metrô e terminais de ônibus. 

A empresa optou por não renovar o contrato, alegando que não há reajuste nas comissões pagas pelo Metrô e a SPTrans desde 2011. 

 

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