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Bicicletas infantis comprometem segurança
Das cinco marcas que testamos, quatro foram eliminadas por trazerem riscos. Conheça a única aprovada pela PROTESTE, caso queira comprar uma para presentear no Dia das Crianças.
23 setembro 2014 |

A falta de segurança das bicicletas infantis é desoladora. Dos cinco modelos que avaliamos, apenas um não é perigoso, o da Caloi, e, por isso, foi o único aprovado.  

Problemas de segurança em rodinhas e freios

Nos protótipos das fabricantes Colli e Track & Bikes, as rodinhas auxiliares – acessórios imprescindíveis para ajudar a manter o equilíbrio – ficaram deformadas durante nosso teste de fadiga. Isso representa um grande e perigoso risco de queda para a criança ao andar de bicicleta.

Detectamos também falhas nos freios – casos do dispositivo dianteiro da marca Tito, que ultrapassa a força máxima de acionamento de frenagem, podendo causar um capotamento, e do traseiro da Track & Bikes, que demora muito até conseguir finalmente parar a bicicleta. 

Selim, garfo e correntes trazem riscos à criança  
Outro dos vários e sérios problemas de segurança avistados, que incluíram ainda rachaduras e rupturas no selim e no garfo, foi a falta de proteção das correntes, aumentando o perigo de dedos e cadarços ficarem presos entre esse acessório e as rodas.

Manuais incompletos dificultam montagem

Não bastasse quase todas as bicicletas oferecerem riscos à criança, elas são difíceis de montar.

Além da omissão sobre detalhes de ajuste, os manuais não trazem informações básicas e expostas claramente sobre itens de igual importância, como manutenção, conservação e limpeza.

E apenas um deles – o da Tito – traz um dado elementar que deveria constar de todo guia: o peso total admissível na bicicleta.    

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