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Lâmpadas: incandescentes ou eletrônicas?

03 agosto 2011

03 agosto 2011

Comparamos modelos desses dois tipos e vimos que as eletrônicas consomem menos energia. Mas é preciso escolher as que têm bom desempenho.

Pode ser difícil imaginar que esse simples e banal objeto que nos proporciona luz possa representar uma economia de quase R$ 200 anuais ao nosso bolso.

Mas foi exatamente o que constatamos ao testarmos e compararmos lâmpadas incandescentes e eletrônicas de várias marcas presentes no mercado brasileiro.

Chegamos também a outras importantes conclusões através de nosso estudo.

Várias lâmpadas, irregulares, não deviam ser vendidas

Uma parte substancial das lâmpadas avaliadas não tem bom desempenho e outras sequer deveriam estar sendo comercializadas, já que estão em desacordo com normas técnicas.

Algumas apresentam, ainda, menos luminosidade do que o mínimo exigido.

E várias das lâmpadas testadas foram perdendo a luminosidade acima do que era esperado ao longo do tempo.

Ou seja, nunca compre às escuras. Pesquise antes e certifique-se de que se trata de um produto de qualidade.

Marcas brasileiras são menos eficientes que estrangeiras

Constatamos também que as marcas brasileiras estão muito aquém das estrangeiras, com apenas duas preenchendo os critérios para serem vendidas na Europa.

E pior: algumas das marcas testadas simplesmente não compensam a compra.

Para saber mais sobre esse assunto e descobrir quais são as lâmpadas – incandescentes e eletrônicas – mais adequadas a você, tanto em termos de preço como de qualidade, leia a revista PROTESTE 105.


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