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Novo teste com lâmpadas repetiu falhas de 2011
Nossas análises mostram que as fluorescentes compactas vendidas no Brasil não são de boa qualidade: elas podem queimar bem antes do tempo de vida útil informado na embalagem e a luminosidade cai com o passar do tempo.
22 maio 2013 |

A PROTESTE resolveu testar novamente as lâmpadas fluorescentes disponíveis no mercado e descobriu que há uma grande diferença entre as lâmpadas fluorescentes compactas vendidas na Europa e as que são encontradas no Brasil.

Atualmente nossos produtos duram menos do que anunciam e perdem rápido a luminosidade, isso significa que a economia feita com as lâmpadas fluorescentes acaba sendo bem menor do que a economia que o produto poderia, potencialmente, oferecer.

Na Europa, as lâmpadas incandescentes (as clássicas amarelas e que esquentam, ainda existentes em muitos lares brasileiros) já são proibidas desde setembro do ano passado. Em lugar delas, aos poucos, os europeus foram se acostumando com as fluorescentes compactas (frias), que têm uma eficiência energética muito superior.

No Brasil, a substituição gradativa teve início em 2010 e, em 30 de junho de 2017, não encontraremos mais as lâmpadas incandescentes nas lojas. Essas conclusões são alarmantes, porque o mercado brasileiro precisa se adaptar, o quanto antes, para essa nova realidade.

Para piorar, nossas lâmpadas estão com uma defasagem tecnológica em relação às europeias e também às norte-americanas. Por exemplo, o limite brasileiro de eficiência é de 56 lúmen por watt (lm/W), enquanto as do mercado europeu, 60 lm/W. Mesmo assim, nem todas as amostras testadas pela PROTESTE respeitam o limite previsto por nossa legislação.

 

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