Notícia

Faltou qualidade na expansão da oferta na telefonia móvel

14 julho 2015

14 julho 2015

PROTESTE defende mais fiscalização das Teles e fim do uso indevido dos fundos da telefonia.

A má qualidade dos serviços de telefonia móvel no Brasil será tema de debates na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado em uma audiência pública nesta quarta-feira (15), que terá a participação da PROTESTE. Problemas com cobranças, contratos e ofertas, e a má qualidade do serviço oferecido são frequentes no setor.


O cenário brasileiro mostra que não adianta ampliar a oferta se as teles não são fiscalizadas como deveriam, e se há uso indevido dos fundos da telefonia. “Sem mudar isso, a falta de qualidade continuará, com milhões de reclamações nas entidades de defesa do consumidor”, destaca Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE, que representará a entidade nos debates.


O objetivo dos debates é levantar propostas para melhorar as condições oferecidas aos consumidores de telefonia móvel e discutir novas soluções para os problemas ainda existentes.


Foram convidados além da PROTESTE, o diretor-geral do Procon-DF, Paulo Márcio Sampaio, o superintendente de controle de obrigações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Roberto Pinto Martins, e o presidente-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel (Sinditelebrasil), Eduardo Levy Cardoso Moreira.


O governo federal usa recursos que deveriam, por lei, serem aplicados em telecomunicações – e confiscou, do ano 2000 até 2014, a impressionante quantia de R$ 81 bilhões confiscados ilegalmente dos três fundos setoriais: Fundo de Universalização das Telecomunicações, Fundo de Fiscalização das Telecomunicações e Fundo de Tecnologia das Telecomunicações.

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