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Como transportar seu pet em viagens

Não importa o meio de transporte nem o destino: é imprescindível que seu animalzinho esteja com as vacinas e os remédios para vermes em dia.  

20 outubro 2017 |
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A primeira coisa que você deve providenciar é marcar um check-up com um veterinário com, no máximo, 15 dias de antecedência à data do embarque. É este profissional, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária de seu estado e no Ministério da Agricultura, que vai emitir um atestado de saúde ou certificado sanitário, comprovando que ele está apto a viajar.

A identificação do bichinho durante a viagem também é mais do que recomendada, já que tudo pode acontecer. Existem várias formas de identificá-lo. Pode ser com uma coleira contendo informações sobre o proprietário, com o Registro Geral do Animal (RGA) – no caso de São Paulo –, com um microchip ou uma tatuagem.

Desde 2004, também é possível emitir um passaporte para cães e gatos que valerá por toda a vida do animal (não necessitando de reemissão ou renovação) e substitui o Certificado Veterinário Internacional (CVI), que deve ser reemitido a cada viagem. Por outro lado, o certificado é aceito em, praticamente, todo o mundo, enquanto o passaporte só vale dentro do Brasil e nos países do Mercosul.

Antes de decidir levar seu pet para viajar, lembre-se de usar o bom senso e verificar as condições de transporte e do próprio local de destino, para que seu amiguinho não passe por desconfortos ou mude de comportamento. Veja, então, as recomendações para viajar usando diferentes meios de transporte:

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 Carro
Mantenha o bichinho preso a cintos especiais, casinhas ou cadeiras adequadas, no banco traseiro. A posição dele não deve desviar sua atenção nem comprometer a segurança do veículo ou a dos passageiros em caso de colisão. É proibido transportar o animal solto dentro do carro, no colo, do lado esquerdo (entre o corpo e a porta) ou no banco do passageiro. 

Se o trajeto for muito longo, mantenha o pet em jejum (para não ficar enjoado), em um ambiente ventilado e com temperatura agradável. Faça paradas regulares a cada duas ou três horas, para hidratá-lo e levá-lo para fazer suas necessidades fisiológicas.

• Ônibus
Se você for de ônibus  com seu amigo canino ou felino, deve comprar a sua passagem e a dele. Leve o atestado de saúde dele em mãos e uma caixa de transporte adequada ao tamanho do animal, que deve ser acomodado ao seu lado na poltrona.

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Quando o ônibus fizer paradas, tire seu amigo da caixinha para dar uma volta, esticar as pernas, comer e ir ao banheiro. É isso mesmo! Eles precisam fazer tudo que nós humanos fazemos.

Na hora da compra da passagem, fique atento ao número de animais que pode ser transportado por ônibus. Especifique que um dos bilhetes é para o seu cão ou gato e evite confusões na hora do embarque. Se precisar levar outro tipo de animal, como roedor, converse com a empresa de ônibus para saber como proceder.
 
• Avião
Os passageiros podem levar dentro da cabine cães e gatos de pequeno porte que tenham mais de quatro meses de idade e que não pesem mais de 10 kg – contando com a caixa de transporte. Algumas companhias não transportam caninos e felinos braquicefálicos (de focinho curto), como cães da raça Pug e Buldogue e gatos Persa. 

A caixa de transporte – ou pet contêiner – deve ser ventilada e apresentar dimensões que permitam que o animal fique de pé e consiga dar uma volta completa ao redor de si mesmo dentro dela. O material deve ser resistente o suficiente para proteger o bichinho de impactos e o piso deve absorver fezes e urina.

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Escolha sempre uma caixa que possa prover maior segurança e conforto para o animal e para quem for transportá-lo. Não economize neste item! O valor da passagem pode variar entre as companhias, mas, normalmente, é calculado conforme o valor do bilhete e o peso do bichinho.

Chegue sempre com, pelo menos, duas horas de antecedência ao embarque e, caso surja alguma dúvida ainda na fase de preparativos, entre em contato com a empresa aérea. Latam, Gol, Azul e Avianca disponibilizam um guia de informações em seus respectivos sites.

• Navio
Como a maioria dos portos proíbe o embarque e o desembarque de animais de estimação e como os navios não possuem estrutura adequada para atendê-los, não é permitido viajar com seu pet a bordo de cruzeiros. 

Somente no luxuoso Queen Mary 2, da Cunard, nos trechos entre Nova York, Southampton e Hamburgo, isso é possível. Contudo, os animais devem ficar em um espaço reservado para eles e não podem circular pelo deck com seus tutores.  Vale ressaltar que as informações acima valem para os animais de companhia e não de serviço, como o cão-guia, que tem mais “liberdade” para andar com sua "família".

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