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Empregador de escolha como direcionador estratégico
Artigo por Isabel Germer Moraes, head de Recursos Humanos e Facilities da PROTESTE.
30 setembro 2020 |

Ser reconhecido como o empregador de escolha para funcionários e para o mercado é um dos objetivos estratégicos da Proteste. Ousado? Sim. Utópico? Talvez. Prefiro ficar com o caminho do meio: essa intenção precisa estar clara, mesmo que possa parecer um ideal e, por vezes, possa trazer a sensação de ser algo inatingível. Ainda assim, acredito que direcionadores ambiciosos nos levam mais longe, mesmo trabalhando dentro do que é possível. Sem intenção, não se chega a lugar nenhum.

Ingressei na Proteste no final de 2019. Uma revisão de plano estratégico acabara de ser feita pelo time de gestores e logo foi aprovada por nosso board, na Europa. Do exercício de planejamento derivaram vários planos de ação em todas as áreas de negócio. Em RH e Facilities, o objetivo estratégico foi exatamente esse: ser o empregador de escolha para nossos funcionários, assim como gerar maior atratividade da nossa marca empregadora no mercado. Objetivos como esse estão em voga na maioria das empresas. Não é a toa que temos tantas pesquisas e rankings de melhores empresas para se trabalhar. Sei do valor dessas pesquisas e conquistas, mas também sei que não devem ser almejadas somente como um bom no lugar num ranking de mercado. Muito mais do que parecer, é preciso ser. E ser um bom lugar para se trabalhar não é só sobre ser perfeito, adotar tudo o que há de mais moderno em processos internos ou mesmo ter aquele ambiente super descolado. Ninguém é perfeito o tempo todo, assim como nenhuma empresa é.  Ciente disso, tendo esse objetivo com um grande direcionador (mas sem ser engolida por ele!) passamos a trabalhar diariamente para isso. 

Na revisão estratégica, nossa missão enquanto organização de defesa do consumidor ficou mais clara: Promover o equilíbrio nas relações de consumo entre todos os agentes de mercado (consumidores, fornecedores e reguladores). O plano de ação de RH e Facilities, focado no objetivo estratégico “empregador de escolha”, foi então construído para desenvolvermos a cultura, as competências e a estrutura organizacional favoráveis à solidificação desse posicionamento como ponto de equilíbrio nas relações de consumo para todos os players mercado.

Nessa linha, nosso trabalho está voltado a oferecer a melhor experiência aos funcionários e, consequentemente aos nossos clientes e stakeholders, através de uma estrutura adequada e de uma cultura onde o empoderamento e a capacidade de diálogo e mediação dentro das equipes estão presentes na prática diária de trabalho.

Um objetivo tão ambicioso não seria mesmo atingido em poucos meses. O que tenho para apresentar é um work in progress, com as seguintes frentes:

  • Repactuamos os pilares da nossa Comunicação Interna (notoriedade, engajamento e credibilidade) com o objetivo de aumentar a autoestima dos funcionários, reforçar os vínculos e  a relação de confiança e dar visibilidade à organização, gerando orgulho no time.
  • Acompanhamos a transformação cultural com base em modelos reconhecidos de Gestão da Mudança.
  • Incentivamos e encorajamos a mudança para um mindset digital.
  • Revisitamos processos internos (além da comunicação, estamos em revisão de treinamento e desenvolvimento, modelos de trabalho, operações de RH, onboarding, etc).
  • Reforçamos nosso programa de Saúde, Bem Estar e Qualidade de Vida, o Proteste Cuida.
  • Estamos em plena revisão dos nossos cargos e estrutura organizacional.
  • Revisão de serviços internos de Facilities e Tecnologia. 
  • Readequação de infraestrutura, visando alta disponibilidade e aumento de qualidade a custos reduzidos.

E...

  • Assim como todas as outras, estamos respondendo à pandemia nas nossas práticas organizacionais: mobilizamos de forma rápida e eficaz todo o suporte para colocar 100% dos funcionários em teletrabalho ainda em março. Seguimos e seguiremos com esse modelo enquanto julgarmos necessário. Nossos colegas sabem que as decisões da Proteste serão independentes de orientações ou decretos governamentais e centradas nas pessoas. 

Sei que esses bullet points não trazem nenhuma grande novidade. Ao contrário, para muitas empresas, pode ser apenas o básico. Entretanto, não se chega a um grande objetivo pulando etapas. Estamos firmes nessa caminhada. Nem a passos muito curtos, nem a passos muito largos, mas a passos constantes e possíveis.

 

Isabel Germer Moraes, head de Recursos Humanos e Facilities da PROTESTE.

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