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Guia de brinquedos e PROTESTE Jovem
Ações da PROTESTE na Semana da Criança ajudam a escolher brinquedo seguro e estimulam os jovens a comprar com inteligência.
08 outubro 2007 |

Na semana da criança a PROTESTE está atuando em várias frentes, preocupada em ajudar os pais na compra de brinquedos seguros, e na conscientização dos jovens consumidores sobre seus direitos. Ensinar aos jovens a exigir os seus direitos é um passo importante para a construção da cidadania.
 
A PROTESTE elaborou um guia de orientação para a aquisição de brinquedos para distribuição em lojas de brinquedos em shoppings do Rio de Janeiro e de São Paulo. E disponibilizará no site da entidade uma animação especial para os adolescentes aprenderem sobre consumo consciente, a PROTESTE Jovem. A proposta é  tornar o adolescente mais crítico em relação à sociedade de consumo, abordando questões de segurança alimentar e de produtos, publicidade, consumo sustentável, além de direitos do consumidor.
 
Com diversas questões para responder de forma interativa a PROTESTE Jovem quer estimular o adolescente a sempre exercer seus direitos como consumidor. O material estará disponível no nosso site nesta quarta-feira, 10. Trata desde a revolução industrial, que nos levou até o modelo consumista; aborda a criação dos movimentos de defesa do consumidor no Brasil e no mundo; orienta o jovem em direção a uma conduta consciente perante a propaganda; incentiva a reciclagem e a economia de energia.
 
Já o guia de brinquedos, distribuído em parceria com o Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo Sindilojas-SP, nas lojas de brinquedos de shoppings de capital paulista se tornou fundamental para oirentar os pais depois que milhares de crianças brasileiras tiveram que devolver seus brinquedos favoritos por defeitos de fabricação que colocam em risco sua saúde e segurança. Os produtos da Mattel e da  Gulliver  apresentaram problemas com a tinta usada no processo de fabricação e com ímãs que poderiam se soltar de alguns itens .
 
"É importante a criança brincar, mas os pais têm de se assegurar que vão comprar brinquedos que não coloquem em risco a segurança da criança, diz Maria Inês Dolci, coordenadora instittucional da PROTESTE. E os defeitos ou brinquedos inadequados são apenas parte do problema: todos os anos, um número não calculado de pequenos vai parar no hospital vítima de sufocamento com peças pequenas, ferimentos causados por peças pontiagudas ou intoxicação por substâncias tóxicas presentes nos brinquedos. Para ajudar a evitar problemas desse tipo a PROTESTE elaborou o guia das boas compras de brinquedos. Afinal, brinquedo seguro é também um direito da criança.
 
Os brinquedos são importantes pois com eles, as crianças descobrem o mundo, ativam a imaginação, a criatividade e a percepção. Mas a escolha de um brinquedo exige alguns cuidados e deve levar em consideração os gostos, os interesses, as habilidades e as limitações da faixa etária da criança.
 
Verificar as informações de origem, composição e garantia é fundamental. O consumidor também deve conferir a identificação do fabricante (nome, CGC e endereço) se as informações estão escritas de forma clara, em português e também prazo de validade, como no caso de massinhas.Não se deve comprar brinquedos por impulso. Nem sempre os brinquedos "da moda são os mais adequados.Se o brinquedo apresentar problemas, o consumidor deve substuituí-lo. O Código de Defesa do Consumidor assegura garantia de 90 dias para produtos duráveis. O consumidor pode substituir o produto por outro ou ter a devolução do valor pago. É importante pedir a nota fiscal, tíquete ou recibo equivalente
 
Se até mesmo produtos de marcas famosas podem apresentar defeitos, como demonstram os recentes recalls da Mattel e da Gulliver, imagine os que não apresentam os nomes dos fabricantes ou os que são vendidos sem nota fiscal, como os encontrados no comércio informal. Nesse caso, o consumidor corre um perigo a mais porque, em caso de problemas, não terá a quem recorrer.
 
Muitos brinquedos entram no país clandestinamente e são vendidos de forma irregular, sem as garantias de segurança e qualidade. O preço desse tipo de importado pode até ser vantajoso, mas é capaz de expor a criança a riscos. Da mesma forma, é preciso tomar cuidado com compras pela internet, pois o brinquedo pode não chegar a tempo e frustrar a criança. E ao receber o produto pode se descobrir que ele não é adequado. Nesse caso, é possível desistir da compra e pedir o dinheiro de volta num prazo de sete dias, sem qualquer ônus.
 
É preciso redobrar os cuidados na compra de brinquedos para menores de 3 anos, evitando os que têm peças muito pequenas que possam ser engolidas ou aspiradas.
 
• Faça uma revisão periódica dos brinquedos da casa para jogar fora os que mostrem defeitos e que podem se tornar perigosos.
 
 

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