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Galaxy Note: longe de um bom tablet

14 dezembro 2011

14 dezembro 2011

Aparelho da Samsung chega ao Brasil com tela de alta resolução e boa velocidade, mas caneta especial não agrega muito ao usuário.

O Samsung Galaxy Note, um smartphone-tablet, chega esta semana ao Brasil, mas talvez a compra não seja vantajosa. É que, apesar da tela de alta resolução e da velocidade, o produto é muito caro e não oferece funções atraentes o suficiente para justificar o preço.

Aparelho é sofisticado, mas precisa de canetinha

Um dos destaques do Galaxy Note é a resolução da tela, 1280 x 800 pixels, pouco comum para um display de 5,3 polegadas. A alta velocidade do aparelho, proporcionada pelo processador Dual Core de 1,4 GHz, também chama a atenção. O Samsung Galaxy Note vem equipado com o sistema operacional Android 2.3 Gingerbread.

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O peso e a espessura facilitam o manuseio do aparelho

Os 180 gramas do aparelho e sua espessura de menos de 1 centímetro tornam o seu uso bem confortável. Para fazer chamadas, no entanto, ele é um pouco volumoso. Outro destaque é a S Pen, canetinha semelhante às usadas em PDAs, na década de 90.

Algumas funções são prejudicadas sem a S Pen.

Com ela é possível escrever como se a tela do smartphone fosse um bloco de anotações, embora a função seja lenta e não identifique a palavra escrita. Com o aplicativo S Memo, você ainda pode importar fotos, desenhos e textos e editá-los, introduzindo diversos elementos.

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Com o aplicativo S Memo, você importa e edita imagens

A caneta também é útil para aplicações como o S Planner, um calendário virtual onde você organizar horários e compromissos, arrastando-os com a caneta. Se você quiser dispensar a S Pen, ou seja, editar a agenda com os dedos, poderá ter dificuldade para executar essas tarefas.

O Galaxy Note deverá ser vendido no Brasil ao preço médio de R$ 2 mil. Mas, se você puder esperar, novos tablets devem chegar em breve ao mercado com funções mais atraentes e por um preço similar.


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