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Olímpiadas de Tóquio 2021: entenda o direito de reembolso dos ingressos
Com o anúncio do Comitê Olímpico Internacional (COI) de devolver os ingressos dos estrangeiros, Henrique Lian aconselha brasileiros que foram impactados pela ação preventiva.
23 março 2021 |

Após um ano decisões, o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu devolver os ingressos para os estrangeiros que compraram bilhetes para as Olímpiadas de Tóquio, evento que foi adiado devido à pandemia de COVID19. Com uma nova data, de 23 de junho até oito de agosto, aproximadamente 600 mil pessoas e 300 mil pessoas irão receber o ingresso de volta das Olímpiadas e Paraolimpíadas, respectivamente. O diretor de Relações Institucionais e Mídia da PROTESTE, Henrique Lian dá instruções aos brasileiros afetados pela decisão para o jornal Valor Econômico.

O que a PROTESTE aconselha

Segundo Lian, o consumidor pode lidar com duas diferentes situações nesse momento. Para aqueles que compraram de forma direta com o site de organização do evento, o valor integral de compra será estornado. 

A outra situação é o brasileiro que comprou as entradas para o evento olímpico com agências de turismo. Nesse caso, Lian acredita que a situação será mais difícil de lidar, pois as instituições estão asseguradas pela Lei 14.046, fazendo com que empresas tenham até 12 meses para reembolsar o cliente. 

“As companhias podem fazer o reembolso integral, parcial ou sem reembolso. São vários os contratos que estão em jogo. O que a Proteste recomenda é que, mesmo que o consumidor tenha comprado o ingresso de um fornecedor brasileiro, ele tem o direito de receber o valor integral do ingresso e no prazo menor do que 12 meses” explicou o diretor de Relações Institucionais  e Mídia da PROTESTE.

 
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