Como fizemos o teste

Como testamos os repelentes

20 outubro 2017
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20 outubro 2017

    Entenda quais critérios foram avaliados no laboratório para que pudéssemos apontar a qualidade de 11 produtos.

Em primeiro lugar, saiba que qualquer produto testado pela PROTESTE é comprado anonimamente nas lojas por nossos colaboradores, como se fossem clientes comuns. Com os repelentes, não foi diferente. Vale lembrar que não aceitamos amostras grátis de fabricantes. Os laboratórios que fazem as análises são independentes e não têm seus nomes revelados.

Nos testes, usamos as normas que melhor retratam os interesses do consumidor, sejam nacionais ou estrangeiras.  Para avaliar os produtos deste teste, considerando as principais marcas do mercado, utilizamos os seguintes critérios:

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Rotulagem – Verificamos se os rótulos continham todas as informações exigidas pela legislação e se estavam legíveis, permitindo a leitura e o entendimento pelo consumidor. 

Eficácia (proteção, em horas, contra os mosquitos Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus) – Neste teste, os produtos são aplicados na pele do antebraço dos voluntários (entre o pulso e o cotovelo) e, 30 minutos depois, os voluntários inserem o antebraço na gaiola contendo uma população de 200 a 250 mosquitos-fêmeas das espécies Aedes aegypti e Culex quinquefasciatus. Os voluntários permanecem, então, com o membro dentro da gaiola durante, no máximo, três minutos e interrompem o teste assim que a primeira picada é confirmada. Este procedimento é repetido a cada 30 minutos até a repelência falhar. A eficácia do produto é baseada no seu tempo de proteção, que é o tempo entre a aplicação do produto na pele e a primeira picada confirmada. 

Veracidade do rótulo – Compara-se o tempo de repelência informado no rótulo com o tempo de repelência encontrado no teste. 

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Dosagem de princípio ativo - Todos os produtos devem trazer no rótulo o princípio ativo utilizado (DEET, icaridina ou IR3535) e sua concentração. Essa informação é uma exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Uma vez que a concentração do princípio ativo está diretamente ligada ao tempo de proteção do repelente, verificamos se a concentração rotulada condizia com a encontrada na amostra através da técnica de cromatografia gasosa (técnica utilizada para determinar a composição de uma mistura de produtos químicos). 

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