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Remédios: cuidado com combinações
Elas são a principal causa de intoxicações no país. Saiba quais são as misturas mais perigosas e previna-se.

16 agosto 2010 |
A combinação indevida de medicamentos com outros remédios e substâncias é a principal causa de intoxicação no Brasil. Para ajudar você a se prevenir, nós preparamos uma lista com as combinações que mais acontecem, mas que devem ser evitadas a qualquer custo.

A combinação pode ocorrer por fatores como a automedicação, a administração de doses erradas do remédio ou a ingestão associada a outros medicamentos, alimentos e bebidas.

Tenha em mente que existem outras combinações perigosas. Por isso, antes de tomar qualquer medicamento, consulte seu médico e o informe caso esteja tomando alguma outra medicação.

 Remédio e remédio: combinação mais perigosa

As combinações entre medicamentos precisam ser recomendadas pelo médico

Corticóides + Anti-Inflamatórios - dores de estômago e maior risco de sangramento e formação de úlceras.
Recomendações: não combine estes dois tipos de medicamentos, principalmente quando o tratamento com corticóide durar mais de cinco dias.

Antiácidos + Antibióticos - até 70% do seu princípio ativo do antibiótico deixe de ser aproveitado, porque os antiácidos mais comuns diminuem a sua taxa de absorção.
Recomendações: espere pelo menos uma hora depois da ingestão do antibiótico para tomar o antiácido.

Remédios para Emagrecer + Antidepressivos - aumento da pressão arterial e taquicardia. A fluoxetina (principal ativo dos antidepressivos) inibe enzimas que metabolizam a sibutramina, potencializando seus efeitos colaterais.
Recomendações: os dois medicamentos só devem ser tomados juntos com um acompanhamento médico rigoroso. Dependendo do metabolismo de cada pessoa, até as doses pequenas podem interagir de forma perigosa.

Inibidores de Apetite + Calmantes = irritabilidade, confusão mental, alteração de batimentos cardíacos e tontura. Em casos graves, a combinação pode desencadear psicoses e esquizofrenia.
Recomendações: a associação não deve ser feita em nenhuma hipótese. Só é cogitada pelos médicos em casos extremos de obesidade mórbida.

 Remédio e bebidas: efeito pode ser fatal

O álcool leva pelo menos doze horas para deixar de afetar o organismo

Antiparasitários + Álcool - dores de cabeça, taquicardia, náuseas e sudorese. Em casos extremos, pode desencadear convulsões.
Recomendações: os tratamentos contra parasitas são curtos mas a interação pode acontecer mesmo se você ingerir pequenas doses de álcool. Depois do tratamento, é preciso esperar 24 horas até que o medicamento seja eliminado do organismo.

Paracetamol + Álcool = utilizada com frequência, a mistura pode lesionar o fígado, e o uso recorrente das duas substâncias pode ser fatal. Tanto o álcool como o paracetamol (presente em analgésicos) são metabolizados no fígado e, em combinação, produzem um resultado altamente tóxico.

Recomendações: Não existe idéia mais equivocada do que tomar um comprimido de paracetamol para curar a dor de cabeça de uma ressaca. É recomendável esperar, no mínimo, seis horas para ingerir qualquer bebida alcoólica depois do analgésico.

Calmantes + Cafeína - dependendo das doses de remédio e de cafeína ingeridas, os efeitos do calmante são anulados. Em geral, o nível de stress do paciente aumenta ao perceber que o medicamento não faz efeito.
Recomendações: espere entre oito e doze horas para ingerir cafeína, mesmo em doses pequenas.

Calmantes + Álcool - diminuição da frequência da respiração e pode ocorrer até mesmo parada respiratória. Um potencializa a ação do outro se administrados conjuntamente.
Recomendações: é preciso esperar doze horas até que o princípio ativo do tranquilizante tenha deixado o organismo para consumir bebidas alcoólicas. Ou aguardar doze horas depois de ingerir álcool para tomar o medicamento.

 Remédio e alimentos: atenção com a dieta

Latícinios e gordura podem anular a ação de broncodilatadores e certos antibióticos

Broncodilatadores + Gordura - em menor quantidade, o remédio perde o efeito esperado e as crises respiratórias voltam muito antes do previsto. O princípio ativo dos broncodilatadores, ao ser absorvido no intestino, compete com a digestão da gordura dos alimentos – um dificulta a absorção do outro.
Recomendações: não se devem fazer refeições ricas em gordura duas horas antes nem duas horas depois de tomar o medicamento. É o tempo mínimo para que ele passe pelo intestino e caia na corrente sanguínea em quantidade suficiente.

Antibióticos do grupo Quinolona + Laticínios - o leite e seus derivados neutralizam a atividade do antibiótico.
Recomendações: o alimento e o remédio não devem ser ingeridos juntos. Depois de consumir um laticínio, deve-se esperar cerca de três horas, tempo da digestão, antes de tomar um antibiótico. Os alimentos também só podem ser consumidos duas horas depois da ingestão do medicamento.

 Remédio e fitoterápicos: pressão pode cair

Já misturar aspirina com Ginkgo biloba pode provocar hemorragias internas

Ansiolítico + Valeriana - Entre os perigos, letargia e queda de pressão arterial. A valeriana, indicada como um ansiolítico natural, pode potencializar a ação de outros medicamentos de efeito calmante semelhante.
Recomendações: na falta de informações conclusivas sobre os riscos, o melhor a fazer é evitar a associação.

Ácido Acetilsalicílico (ex: Aspirina) + Ginkgo biloba = aumentando o risco de sangramentos internos, pois as ações anticoagulantes das substâncias se somam.
Recomendações: Só é seguro tomar Ginkgo biloba depois de no mínimo dez dias do uso de Aspirina

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