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Proteste apresenta nova pesquisa sobre superendividamento
Diante do cenário econômico, a vida em parcelas é a atual saída para contornar superendividamento entre brasileiros
24 março 2022 |

Estudo realizado pela Proteste analisou grau de endividamento do consumidor e quais comportamentos e fatores externos contribuíram para esta condição ao longo do último ano. O levantamento foi realizado nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo, com aproximadamente 500 entrevistados, em março de 2022.

Nesta segunda edição do estudo, foi possível traçar um perfil dos consumidores consultados e realizar um comparativo em relação ao ano passado. Além, de ser viável evidenciar quais foram as regiões em maior endividamento em ambas as capitais. 

Como mostra matéria do Valor Investe. A investigação considerou:
•A percepção do endividamento por parte dos consumidores;
•O aumento das cobranças;
•Quais foram/são os principais vilões do endividamento;
•Os temores do endividamento.

Segundo os dados obtidos, cariocas são os mais susceptíveis à percepção ao endividamento, sendo estes, 26% dos entrevistados que se consideraram “muito endividados”. No caso dos paulistanos, verificou-se um crescimento de 10% em relação à esta percepção. 

Sobre o aumento das cobranças, os dados informam que 92% dos consumidores salientam que possuem pelo menos uma dívida em atraso e revelam que estão sendo mais cobrados. Em entrevista para o Jornal Hoje, Henrique Lian, Diretor de Relações Institucionais e Mídias da Proteste apresenta mais pontos.

Em relação aos principais vilões do endividamento, o cartão de crédito é o número um, visto que 72% dos entrevistados alegaram mau uso do cartão do mesmo. Em segundo lugar, com 44% está o desemprego. Tanto o primeiro quanto o último, em comparação ao ano anterior apresentaram significativa diminuição. Por outro lado, o cheque especial teve maior participação na vida dos brasileiros, ficando com o terceiro lugar.

No que diz respeito à percepção sobre a mudança de hábito no consumo, durante a pandemia, 28% dos consultados relataram ter notado aumento no consumo. Em comparação ao ano anterior, constata-se uma queda de 36%. 

A pesquisa também apresenta os principais temores do endividamento, ou seja, aquele pesadelo que tira o sono do consumidor. Neste sentido, avaliou quais são os perigos mais temidos: 84% dos consultados receiam ficar com o “nome sujo” e 61% preocupam-se pela possibilidade de terem seus serviços integralmente suspensos. 

Nossa missão é proporcionar a melhor experiência para o consumidor e nossos associados. Além de contribuir socialmente por meio de ferramentas educativas. A Escola do Consumo é uma plataforma que promove cursos, diálogos, experiências com o intuito de tornar suas escolhas mais conscientes e assertivas.

Nesse artigo, que trazemos para você, selecionamos uma pesquisa que realizamos sobre o uso do crédito rotativo: acesse esse conteúdo em nosso blog.
 

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